Conmebol avalia Equador como possível sede da Copa América de 2028

Presidente da entidade, Alejandro Domínguez, confirma discussão e concorrência para receber torneio continental

Conmebol avalia Equador como possível sede da Copa América de 2028

A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) avalia o Equador como um potencial país-sede para a Copa América de 2028. A informação foi confirmada nesta quinta-feira (23), em Quito, pelo presidente da entidade, Alejandro Domínguez, que destacou a forte concorrência para sediar o próximo torneio.

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O que aconteceu

  • A Conmebol estuda o Equador como potencial sede para a Copa América de 2028, conforme anunciado por Alejandro Domínguez.
  • A edição de 2024, nos Estados Unidos, enfrentou críticas por falhas organizacionais e condições de jogo.
  • O presidente da Fifa, Gianni Infantino, expressou preocupação com a Copa do Mundo de 2026 devido a tensões globais.

A edição mais recente do torneio, realizada em 2024 nos Estados Unidos, foi marcada por altas temperaturas, falhas organizacionais e de segurança, más condições dos gramados e incidentes nas arquibancadas. Nessa ocasião, a Argentina de Lionel Messi conquistou o título ao superar a Colômbia de James Rodríguez na final.

Em Quito, durante o Congresso Ordinário da Conmebol, Domínguez reforçou que a decisão final sobre a sede da Copa América será tomada pelo Conselho da entidade. “É um assunto que está atualmente em discussão”, afirmou o dirigente, destacando a importância de uma escolha criteriosa para o futebol sul-americano.

Desafios e história da competição

O Equador já sediou a Copa América em 1993, ano em que a Argentina se sagrou campeã ao vencer o México na final. A possibilidade de retornar ao país andino resgata essa memória e abre caminho para novas oportunidades.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, que participou da reunião da Conmebol, abordou a próxima Copa do Mundo de 2026, que será sediada por Estados Unidos, Canadá e México. O torneio, previsto para começar em 11 de junho, enfrenta preocupações como as políticas anti-imigração, os altos preços dos ingressos e o cenário de tensões geopolíticas envolvendo seleções classificadas.

União do futebol em meio a conflitos globais?

Infantino enfatizou a necessidade de união em um “mundo muito dividido”, expressando o desejo de que o futebol possa congregar “todos os países” e “todos os torcedores em uma atmosfera (…) de paz e união”. Essa visão ressalta o papel do esporte como ferramenta diplomática e de integração.

Além dos debates sobre futuras competições, dirigentes da Fifa, da Conmebol e da Federação Equatoriana de Futebol (FEF) realizaram um encontro privado com o presidente do Equador, Daniel Noboa, aprofundando as conversas sobre o potencial do país como anfitrião.

Da IstoÉ com agências