Saúde da mulher

Conheça os efeitos da gravidez na pele e no controle emocional

Crédito: Pixabay

Durante a gravidez, além de o corpo mudar por dentro, sofre alterações do lado de fora, como na pele e no cabelo. Fernanda Chauvin, especialista em dermatocosmética e CEO da Ellementti Dermocosméticos, e Jackie Yue, alquimista floral e CEO AlkhemyLab by Joel Aleixo, explicam essas alterações e os cuidados necessários com elas.

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De acordo com Fernanda, algumas mulheres podem desenvolver alergias ou manchas na pele durante a gravidez. “Manchas marrons e escuras no rosto, conhecidas como melasma, podem aparecer no primeiro trimestre da gravidez, assim como na reta final. Celulites e estrias também são frequentes durante o período, já que seios, abdômen e coxas aumentam de tamanho, assim aumentando as chances de haver ruptura de fibras de colágeno da pele”, explica.

Ela acrescenta que os sintomas de que a pele não está bem podem passar despercebidos num primeiro momento e acabam piorando com o tempo. “Alguns desses sinais são eritema [vermelhidão na pele], sensação de ressecamento, aumento de oleosidade, surgimento de lesões de acne. É sempre importante consultar um profissional assim que perceber alguma dessas alterações, para evitar que se agravem.”

Fernanda indica quais produtos não podem faltar na bolsa de uma gestante preocupada com a saúde da sua pele. “Hidratante facial e corporal, protetor solar, esfoliante facial suave, um produto de tratamento para estrias, óleo tonificante e hidratante.”

Já a parte mental também pode ficar muito abalada com as mudanças causadas pelo bebê dentro do corpo de uma mulher, afirma Jackie Yue. “São comuns as crises de ansiedade com alterações de papéis [mãe, filha, esposa, profissional] ou até mesmo estados depressivos, pois muitas vezes a mulher sente diversos medos. Distúrbios de sono também são comuns, geralmente no último trimestre gestacional, assim como cansaço físico, fobias e oscilações de humor”, conta.

Jackie indica a alquimia floral como tratamento natural nesses casos, evitando componentes que possam prejudicar a gestação. “Minha indicação é fazer o uso da aromaterapia no ambiente, aplicando no quarto um spray ambiental, por exemplo, com óleos essenciais de erva cidreira, laranja e lavanda.”

A profissional finaliza explicando que algumas terapias alternativas são reconhecidas como métodos eficazes de tratar desconfortos e até algumas doenças. “A terapia floral é reconhecida pela OMS (Organização Mundial da Saúde) desde 1976. Em 2018, foi reconhecida pelo Ministério da Saúde, sendo incluída nas PICs (Práticas Integrativas e Complementares) do SUS. No pós-parto podemos utilizá-las para ajudar em uma possível depressão, pois há muitos compostos ricos em plantas, como anis, hortelã que podem ajudar muito neste momento e são incríveis”, finaliza.

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