Ediçao Da Semana

Nº 2742 - 12/08/22 Leia mais

“Será que o sexo ‘encaixa’?” — Se você já se perguntou isso quando o assunto era alguém com quem você estava se envolvendo romanticamente, provavelmente você acredita no conceito de compatibilidade sexual

+ 5 dicas para fazer um sexo oral fantástico

+ Seus amigos dão péssimos conselhos amorosos — e a ciência pode provar

Talvez sua primeira vez com determinada pessoa não tenha sido como esperado, e você resolveu dar outra chance ou até mesmo dizer “tchau”. Mas a verdade é que o conceito de compatibilidade sexual pode ser mais amplo do que se imagina. 

À “POPSUGAR”, de onde são as informações, a especialista sexual Emily Morse explica que a compatibilidade sexual realmente existe e é “incrivelmente importante”. No entanto, ela ressalta que isso é algo que pode ser construído com o tempo, e que você não deve perder as esperanças. 

O que é compatibilidade sexual?

+ Sexo: encaixe perfeito ou adaptação?

Segundo o portal, a compatibilidade sexual acontece quando duas pessoas “satisfazem-se com sua experiência sexual mútua e possuem as mesmas necessidades”. Enquanto para alguns casais isso acontece instantaneamente, outros demoram mais para desenvolvê-la. 

“Um bom ponto de partida é ver se ambos(as) têm uma mentalidade de crescimento em relação ao sexo. Especificamente, se seu(ua) parceiro(a) estiver interessado(a) em falar sobre sua vida sexual, experimentar coisas novas e garantir que ambos(as) tenham suas necessidades atendidas. Se assim for, você achará mais fácil falar sobre sexo e ver se vocês estão na mesma página”, relata Emily.

Para ela, outro fator está ligado à satisfação sexual: parceiros(as) sexualmente mais satisfeitos(as) relatam ser mais sexualmente compatíveis. “O mais importante é que ambos(as) estejam dispostos(as) a ouvir e ficar abertos(as) a experimentar coisas novas”, ressalta.

Como melhorar a comunicação

Como os signos do zodíaco podem determinar preferências sexuais

“Ter uma conversa sobre sexo com um(a) parceiro(a) pode ser assustador”, diz Emily, que relata que, se alguém decide que há muito risco e muita vulnerabilidade, “sofre silenciosamente por meio de sexo decepcionante”.

Por isso, ela recomenda usar os chamados “três Ts” da comunicação: tempo, tom e território. “Se você está tentando falar com seu(ua) parceiro(a) sobre a prática de alguma atividade sexual, você deve fazê-lo em um ambiente neutro. Isso significa que não no quarto. Em vez disso, tente falar à mesa da cozinha durante o café ou enquanto vocês estão caminhando”, explica.

“Você também quer pensar sobre o momento:  ninguém quer ter uma conversa sobre sexo quando está com fome, raiva, solidão ou cansaço. Opte por quando vocês estiverem se sentindo relaxados(as), à vontade e abertos(as). E então há o tom. Guie com compaixão e curiosidade”, completa.