Com todas as letras, eu acuso: Bolsonaro é um homicida

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NA MIRA Bolsonaro empunha uma submetralhadora: pandemia serviu de pretexto para relaxar o controle de armamentos (Crédito: Divulgação)


Homicida é assim definido na língua nacional: adjetivo de dois gêneros; que acarreta ou pode acarretar a morte de muitas pessoas.

Ao incentivar aglomerações; guerrear contra isolamento social; espalhar notícias falsas sobre o uso de máscaras e, por fim, demonizar as vacinas, o presidente da República age como um verdadeiro homicida, e já deveria estar preso, preventivamente, por risco à ordem pública, ou, no mínimo, impedido de continuar sua cruzada suicida, seja através do impeachment ou seja por ordem judicial. O que não dá mais, definitivamente!, é permitir que esse lunático continue o livre exercício da apologia ao suicídio, que é o que ele faz há exatamente um ano no Brasil.

A conduta do verdugo do Planalto deixou de ser omissão há muito tempo. Bolsonaro investe, dia sim, dia também, na morte dos brasileiros. Por que o faz, já não importa. Se por ideologia ou ignorância; por psicopatia ou demência; por satisfação ou vingança; ou simples projeto de poder, tanto faz, como tanto fez. O fato é que, diante de 1.5 mil mortes e 50 mil novos casos a cada 24 horas, manter este bárbaro no Poder é assinar a sentença de morte de mais milhares de pessoas, já que as projeções não são nada animadoras. Ao contrário; são assustadoras.

Eu já clamei – não uma, não duas, mas dezenas de vezes – aos demais Poderes constituídos, para que deem um basta na conduta genocida deste marqueteiro da morte. Cerca de 20% ou 30% da população não só praticam, em maior ou menor grau, as atrocidades que o devoto da cloroquina prega, como reverberam tais sandices nas redes sociais e círculos íntimos. É uma espécie de ciclo da morte, onde um ensina, vários praticam, e outros replicam, disseminando a doença, o colapso hospitalar e os óbitos, indiscriminadamente, por todo o País. Já deu, pô!


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Sobre o autor

Ricardo Kertzman é blogueiro, colunista e contestador por natureza. Reza a lenda que, ao nascer, antes mesmo de chorar, reclamou do hospital, brigou com o obstetra e discutiu com a mãe. Seu temperamento impulsivo só não é maior que seu imenso bom coração.


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