Brasil

Com mais 1,2 mil mortes, Brasil ultrapassa 98 mil óbitos

SÃO PAULO, 6 AGO (ANSA) – O Brasil registrou mais 1.205 mortes pelo novo coronavírus Sars-CoV-2 em um período de 24 horas, elevando o número total para 98.493, informou o levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) nesta quinta-feira (6).   

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A taxa de letalidade se mantém em 3,4%, enquanto o índice de mortalidade é de 46,9 pessoas por 100 mil habitantes.   

De acordo com o balanço, existem 2.912.212 casos da Covid-19 em todo território brasileiro, um acréscimo de 53.340 novos contágios entre ontem e hoje.   

Ainda conforme o Conass, a taxa de incidência continua crescendo, com 1.385,8 pessoas por cada 100 mil cidadãos.   

O estado de São Paulo continua sendo o epicentro da doença no Brasil registrando 24.448 mortos desde o início da pandemia. Ao todo, 598.670 pessoas já se contaminaram com a Covid-19.   

No ranking de estados mais atingidos pela pandemia, a Bahia ultrapassou o Ceará (183.301) e se tornou o segundo com mais contaminados, com 183.690.   

O Rio de Janeiro é o quarto nas infecções (174.064) e o segundo em falecimentos (13.941). O Ceará se mantém em terceiro no número de óbitos, com 7.893.   

Atualmente, o Brasil é o segundo país mais atingido pela Covid-19, atrás apenas dos Estados Unidos, segundo dados da Universidade Johns Hopkins.   

Hoje, o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou ser possível ter uma vacina contra o coronavírus pronta para registro já em outubro.   

Desde junho, o Butantan fechou uma parceria com a empresa farmacêutica chinesa Sinovac para realizar testes avançados e produzir o medicamento.   

Atualmente, a candidata a vacina está em teste em cerca de 9 mil voluntários distribuídos em São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Minas Gerais e Rio de Janeiro.   

O presidente Jair Bolsonaro, por sua vez, assinou uma medida provisória, durante uma cerimônia no Palácio do Planalto, que prevê a liberação de R$1,9 bilhão para viabilizar a produção de 100 milhões de doses da vacina de Oxford. (ANSA)

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