Com liquidez restrita, cobre opera sem direção após terremoto no Chile

Os futuros de cobre operam sem direção única nesta manhã, na esteira de um terremoto no Chile e com a liquidez reduzida por um feriado que durou toda a semana na China, o maior consumidor mundial de metais básicos.

Por volta das 7h50 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) subia 0,14%, a US$ 6.699,00 por tonelada.

Já na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em dezembro tinha baixa de 0,11%, a US$ 3,0430 por libra-peso, às 8h24 (de Brasília).

Segundo o ING, parte do rali de quase 3% do cobre ontem é atribuído a notícias sobre um terremoto no Chile, o maior produtor mundial do metal. Os ganhos perderam ímpeto, no entanto, após relatos de que o tremor não causou danos, ressaltou o banco holandês.

Investidores também ficarão atentos ao último relatório de emprego dos EUA, que será publicado às 9h30 (de Brasília) e tem forte influência na trajetória da política monetária dos EUA.

Entre outros metais na LME, não havia tendência única: o zinco recuava 0,30% no horário indicado acima, a US$ 3.287,00 por tonelada; o alumínio subia 1%, a US$ 2.124,50 por tonelada; o níquel aumentava 0,76%, a US$ 10.640,00 por tonelada; o chumbo diminuía 0,87%, a US$ 2.568,00 por tonelada, e o pouco negociado estanho tinha alta marginal de 0,05%, a US$ 21.030,00 por tonelada. Fonte: Dow Jones Newswires.