Economia

Cobre opera sem direção única, com o de Londres pressionado por indicador chinês

Cobre opera sem direção única, com o de Londres pressionado por indicador chinês

Os contratos futuros de cobre operam sem direção única nesta manhã, com os de Londres pressionados por novos dados fracos da China.

Por volta das 7h40 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 0,43%, a US$ 6.324,00 por tonelada.

Por outro lado, o cobre para entrega em maio da Comex – a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex) – tinha alta marginal de 0,09%, a US$ 2,8565 por libra-peso, às 8h33 (de Brasília).

Números oficiais publicados ontem à noite mostraram que o lucro de grandes empresas industriais da China sofreu queda anual de 14,1% no primeiro bimestre, bem maior do que a redução de 1,9% vista em dezembro, reforçando preocupações com a tendência de desaceleração da segunda maior economia do mundo.

Os chineses são os maiores consumidores mundiais de cobre e de outros metais básicos.

Entre outros metais na LME, as perdas eram generalizadas. No horário indicado acima, a tonelada do alumínio recuava 0,13%, a US$ 1.899,50, a do zinco cedia 0,68%, a US$ 2,859,00, a do o estanho diminuía 0,16%, a US$ 21.355,00, a do o níquel caía 0,42%, a US$ 13.050,00, e a do chumbo se desvalorizava 0,45%, a US$ 1.988,00. Com informações da Dow Jones Newswires.

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