Economia

Cobre opera perto da estabilidade, à espera do Fed e de olho em EUA-China

Os contratos futuros de cobre operam perto da estabilidade nesta manhã, à espera da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) e em meio a incertezas sobre as negociações comerciais entre Estados Unidos e China.

Por volta das 8h (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) tinha baixa marginal de 0,06%, a US$ 6.455,00 por tonelada.

Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em maio exibia ligeira alta de 0,03%, a US$ 2,9240 por libra-peso, às 8h35 (de Brasília).

O anúncio do Fed está programado para as 15h (de Brasília). A expectativa é que o BC americano mantenha os juros básicos inalterados e reduza suas projeções para futuros aumentos das taxas e também para a perspectiva econômica.

Já a questão do diálogo comercial sino-americano voltou a gerar dúvidas. Ontem, surgiram relatos de que o governo chinês estaria mostrando resistência a demandas feitas por Washington nas recentes discussões comerciais. Por outro lado, fontes dizem que funcionários de alto escalão dos EUA viajarão para a China na próxima semana para dar continuidade às conversas.

Participantes do mercado também acompanham notícias da Zâmbia, onde a Glencore suspendeu ontem a produção nas minas de cobre de Mopani, depois de um acidente que matou dois trabalhadores. Mopani produz cerca de 100 mil toneladas de cobre por ano.

Entre outros metais básicos na LME, os ganhos eram generalizados. No horário indicado acima, a tonelada do alumínio subia 0,13%, a US$ 1.942,00, a do zinco avançava 1,14%, a US$ 2.847,00, a do estanho tinha leve alta de 0,02%, a US$ 21.310,00, a do níquel aumentava 0,61%, a US$ 13.235,00, e a do chumbo exibia ganho de 0,32%, a US$ 2.042,00 por tonelada. Com informações da Dow Jones Newswires.

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