Os futuros de cobre operam em baixa nesta manhã, após índices acionários de Nova York registrarem ontem suas maiores quedas desde setembro do ano passado em meio a uma crescente onda de ceticismo em relação à capacidade do presidente dos EUA, Donald Trump, de implementar medidas de estímulo fiscal.
Por volta das 8h50 (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 0,53%, a US$ 5.739,00 por tonelada, se aproximando dos menores níveis em uma semana.
Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para entrega em maio tinha baixa de 0,80%, a US$ 2,5975 por libra-peso, às 9h05 (de Brasília).
As bolsas asiáticas e da Europa seguiram o mau humor de Wall Street nesta quarta-feira, diante da dificuldades de Trump de obter apoio no Congresso para uma proposta de reforma no setor de saúde.
O cobre também é influenciado pela perspectiva de negociações que podem encerrar paralisações em minas de cobre do Chile e Peru.
Entre outro metais na LME, no entanto, a tendência era majoritariamente positiva: o alumínio subia 0,16%, a US$ 1.926,50 por tonelada, enquanto o chumbo avançava 1,34%, a US$ 2.299,00 por tonelada, o zinco registrava alta de 0,35%, a US$ 2.830,00 por tonelada, e o estanho tinha valorização marginal de 0,07%, a US$ 20.415,00 por tonelada.
Já o níquel recuava 1,48% na LME, US$ 10.005,00 por tonelada. Fonte: Dow Jones Newswires.