Economia

Cobre opera de lado, com foco em comércio global, China e mina do Chile

Os contratos futuros de cobre operam próximos da estabilidade. Investidores avaliam os dados da balança comercial da China e os riscos de mais dificuldades para o comércio global, além de monitorar as notícias vindas da maior mina do mundo, Escondida, no Chile, onde ocorrem negociações entre funcionários e patrões.

Às 7h10 (de Brasília), o cobre para três meses recuava 0,07%, a US$ 6.152 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). Às 7h28, o cobre para setembro tinha baixa de 0,02%, a US$ 2,7515 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).

No fim do dia de ontem, o governo do presidente americano, Donald Trump, concluiu planos para impor tarifas sobre mais US$ 16 bilhões em importações chinesas. Com isso, o total de produtos cobertos pelas tarifas deve subir a US$ 50 bilhões no fim deste mês.

Mais cedo hoje, a China informou que ampliou suas importações de petróleo, cobre e minério de ferro em julho. No caso do cobre, houve alta anual de 16%. Por outro lado, alguns analistas, como a consultoria Capital Economics, acreditam que esse avanço nas compras chinesas do metal tende a perder fôlego ao longo deste ano.

Investidores monitoram também as negociações trabalhistas em andamento na mina Escondida. No ano passado, uma greve no local apoiou os preços do cobre, mas agora ainda não está claro se isso poderia se repetir.

Entre outros metais básicos negociados na LME, o zinco subia 0,29%, a US$ 2.609,50 a tonelada, o alumínio avançava também 0,29%, a US$ 2.044 a tonelada, o estanho ganhava 0,28%, a US$ 19.670 a tonelada, o níquel tinha alta de 0,76%, a US$ 13.980 a tonelada, e o chumbo subia 0,19%, a US$ 2.145 a tonelada.

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