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Claudia Rodrigues consegue adiantamento da segunda dose da vacina contra Covid-19

Crédito: Reprodução/Instagram

Ainda internada para tratar da esclerose múltipla, Claudia Rodrigues conseguiu adiantar a segunda dose da vacina contra a Covid-19. A primeira dose foi aplicada em maio e, por isso, ela seguiria com a segunda apenas em agosto e, para isso, a atriz teve que pausar o tratamento para esclerose. Com a falta de seus medicamentos, ela estava tendo surtos da doença, como confusão mental e dormência em um braço.

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Na semana passada, a empresária e amiga de Claudia, Adriane Bonatto, publicou no Instagram um vídeo em que explicava a situação da atriz e os riscos de suspender a medicação dela. “A vacina era mais importante por conta da imunidade baixa que ela tem devido à doença. Se isso (o surto) acontecer as consequências podem ser trágicas. Já houve casos de óbitos por conta dessa quebra de protocolo”, afirmou.

Nesta segunda-feira (19), um novo vídeo foi publicado falando sobre a segunda dose da vacina aplicada em Claudia. “Desde janeiro de 2020 ela vem fazendo o uso de uma medicação americana que deve ser ministrada a cada 6 meses. No dia 24 de maio viemos ao hospital para ela fazer a infusão, mas como os exames mostraram que o remédio ainda estava agindo no corpo dela, seria mais prudente, pelo risco de contaminação do coronavírus, por ela ser transplantada, não ter imunidade e ser portadora da esclerose múltipla, decidimos em imunizá-la do Covid”, começou.

“A primeira dose foi dada em 25 de maio e a segunda estava programada para 17 de agosto. Mas há 10 dias ela começou a apresentar um pseudosurto da esclerose e foi internada… Por mais que os exames estavam dando resultados positivos, teríamos que dar o remédio para que ela não tivesse um surto de esclerose. O problema é que injetar o remédio no intervalo das doses poderia ser fatal ou ter consequências irreversíveis. Mesmo assim decidimos que seria o melhor a fazer naquele momento… Só que descobrimos que, além de todos os riscos que estaria correndo, ela também perderia a imunização da Covid e poderia ficar à mercê do vírus. Então resolvemos não dar o remédio e antecipar a segunda dose para ela ser totalmente imunizada, correndo o risco somente do surto. Pesamos tudo e seria melhor correr o risco do surto e ter imunização do Covid e não ter o risco de óbito”, finalizou Adriane.

Confira:

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