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Cinema em casa

Mini projetores vieram para ficar e se tornaram um dos equipamentos mais cobiçados nestes tempos de pandemia

Crédito: Divulgação

Cinema em casa (Crédito: Divulgação)


Há um novo produto de consumo que virou uma febre nestes tempos de coronavírus e isolamento: os mini projetores digitais. Em plena quarentena obrigatória eles estão ganhando popularidade e se tornaram uma opção a mais para cumprir o distanciamento social com rigor e conforto e transformar qualquer ambiente da casa em uma verdadeira sala de cinema. A qualidade da imagem e do som supera as expectativas. Além disso, o mini projetor é uma máquina portátil e versátil que pode acompanhar o dono em qualquer lugar que ele vá. O equipamento garante uma autêntica e agradável experiência cinematográfica, permitindo a projeção de filmes a partir de celulares, computadores ou de qualquer outro equipamento de reprodução de imagens.

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Com pouco mais de 300 gramas e preços que variam de R$ 400 a R$ 3,5 mil, os mini projetores podem substituir perfeitamente um aparelho de TV com vantagens sobre o tamanho e a definição da imagem. Para quem pode gastar mais, o LG Minibeam tem resolução da imagem ideal para jogos e filmes. Pode ser usado também para fazer apresentação de trabalhos digitais, como planilhas e desenhos, além de ser um equipamento auxiliar para aulas e palestras. Vários mini projetores dão acesso à Internet. Segundo Gustavo Yoshida, gerente de produtos e trade marketing de TI da LG Electronics Brasil, a imagem pode ser projetada em até 100 polegadas. “Temos uma projeção grande, sem distorção de imagem”, afirma.

Existem diversas marcas e modelos. O que se deve observar no momento de adquirir um mini projetor são três itens principais. O primeiro é a resolução, que pode deixar a apresentação mais agradável visualmente. Ao projetar a imagem na parede, para assistir um filme, o conteúdo não pode ficar borrado. Depois, o nível de ruído. Quanto mais silencioso for o mini projetor, melhor, para que não haja interferência no som do filme. E o último item é o preço. Cabe buscar um produto que tenha o melhor custo-benefício. Além disso, as características do local onde a imagem vai ser apresentada podem interferir na escolha. O microempresário Willian Spassini, morador de Rio do Bananal (ES), conta que têm dois projetores Epson, Power Lite X17 e S27, e dá uma dica. “Caso não se tenha uma parede legal para projeção, é só usar uma lona fosca de fundo escuro”, diz. Aí, a experiência de cinema será completa.

No momento de adquirir um mini projetor deve-se observar três itens: a resolução, o nível de ruído do aparelho e o preço

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