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Cinema brasileiro terá um prejuízo de R$ 1,2 bilhão

Crédito: AFP/Arquivos

Após três meses sob o efeito do isolamento social, a indústria cinematográfica convive com o prejuízo, o adiamento de seus lançamentos e a incerteza de quando retomará suas atividades. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex (Abraplex), o cinema brasileiro terá um prejuízo de cerca de R$1,2 bilhão de reais.

Paulo Morelli, fundador da H2O filmes, acredita que o momento é passageiro. “É uma situação muito séria para indústria, algumas empresas podem até não sobreviver. Mas no geral, para as que não forem à falência, estamos falando de um grande adiamento das produções. Agora, se houver uma segunda ou uma terceira onda [da pandemia], a coisa pode ficar mais séria e muitas empresas irão quebrar. Aí a coisa ficará bem mais grave”, disse o diretor.

Nas últimas 24 horas ocorreram três sismos ao largo da Madeira.

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o primeiro ocorreu na tarde de ontem, às 17h32, e teve uma magnitude de 3.2 na escala de Richter.

Na manhã de hoje ocorreram mais dois sismos, às 7h22 e às 7h48, de magnitude 2.6 e 2.4.


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Aparentemente os sismos não foram sentidos pela população.

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Jair Bolsonaro, que prometia cortes no setor cultural antes mesmo de ser eleito, em 100 dias no cargo fez a pasta perder o posto de Ministério, virando Secretaria Especial. O mercado acabou sendo atingido pelo esgotamento de verbas.

“Eu acho que o governo brasileiro é muito mais nocivo que pandemia. A pandemia aconteceu, pegou o mundo inteiro e agora estamos sobre este impacto. O governo brasileiro não tem medido ataques à Cultura. O presidente desse país não gosta de cultura, ele combate a cultura. Ele obscurantista contra a ciência, contra o meio ambiente. Esse cara é um insano. Somos governados por uma pessoa desequilibrada. Ele vê a cultura como inimiga. Ele não aceita a liberdade de expressão e a cultura precisa de liberdade de expressão. Ele está estrangulando [o mercado] secando as verbas que faziam o cinema existir”, disse Paulo Morelli quando questionado sobre o cinema após o período de pandemia.

 

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