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Ciberataque nos EUA: Colonial Pipeline reabre oleodutos ‘em etapas’

Ciberataque nos EUA: Colonial Pipeline reabre oleodutos ‘em etapas’

Ciberataque contra rede de oleodutos nos Estados Unidos - AFP


A companhia americana Colonial Pipeline, que foi forçada a fechar no fim de semana sua enorme rede de oleodutos nos Estados Unidos em razão de um ataque cibernético, informou nesta segunda-feira (10) que continua reabrindo suas linhas de distribuição “em etapas”, com o objetivo de restaurar a maior parte das operações “até ao final da semana”.

A situação continua “oscilando e continua evoluindo”, ressaltou em nota a empresa, que transporta gasolina e diesel por mais de 8.800 quilômetros de dutos nos Estados Unidos.

Para evitar qualquer escassez, a Colonial Pipeline monitora o nível de produtos petrolíferos em reserva ao longo de sua rede e trabalha com transportadoras para entregar os produtos aos terminais.

Isenções concedidas pelas autoridades para fornecer mais flexibilidade no transporte rodoviário de produtos refinados “devem ajudar a aliviar as interrupções no abastecimento local”, disse a empresa.

“Não há escassez de suprimentos”, assegurou a assessora de segurança interna do presidente Joe Biden, Elizabeth Sherwood-Randall, em uma entrevista coletiva na Casa Branca.

O preço do petróleo bruto cotado em Nova York não foi particularmente afetado: subia 0,14% por volta das 17h00 GMT (14h00 de Brasília), para US$ 65.

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A Colonial Pipeline já havia começado no domingo a reabrir uma pequena parte de suas linhas de distribuição entre terminais. A empresa disse nesta segunda-feira que estava reiniciando outras gradualmente, “de acordo com as regulamentações federais relevantes e em estreita consulta com o Departamento de Energia”.

“Para restaurar o serviço, precisamos ter certeza de que cada um desses sistemas pode ser colocado online com segurança”, apontou a companhia.

De acordo com o FBI, a Polícia Federal dos Estados Unidos, o hacking foi realizado pelo grupo criminoso Darkside, que usou um ransomware, um programa que explora falhas de segurança para criptografar sistemas de computador e exigir resgate para desbloqueá-los.

“Esses eventos destacam o fato de que nossa infraestrutura vital é essencialmente operada por fornecedores do setor privado”, destacou a assessora de Joe Biden. “Quando essas empresas são atacadas, elas são nossa primeira linha de defesa. Dependemos da eficácia dessas linhas de defesa”, acrescentou Sherwood-Randall.

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