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China parabeniza Biden por posse e deseja ‘maior colaboração’

PEQUIM, 21 JAN (ANSA) – A China parabenizou o novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, nesta quinta-feira (21) e afirmou que espera uma maior colaboração entre os dois países, mudando a rota de conflitos constantes vistos durante o governo de Donald Trump.   

“China e Estados Unidos devem retomar o respeito recíproco e a colaboração. O período passado foi particularmente difícil e acredito que os cidadãos dos dois países merecem um futuro melhor. Biden repetiu várias vezes a palavra união em seu discurso inaugural e acredito que isso seja exatamente o que precisam as relações sino-americanas”, disse uma das porta-vozes do Ministério das Relações Exteriores, Hua Chunying, em sua coletiva diária.   

Hua ainda afirmou que espera uma “nova era” já que “anjos melhores nas relações China-EUA poderão derrotar as forças do mal”.   

No entanto, a primeira manifestação do governo Biden sobre a China não foi das melhores. A porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Emily Horne, condenou as novas sanções aplicadas pelos chineses contra 28 ex-funcionários da administração Trump – incluindo o ex-secretário de Estado Mike Pompeo.   

Horne afirmou que as sanções, aplicadas menos de cinco minutos depois da posse do novo presidente, “são, aparentemente, uma tentativa de jogar com as divisões partidárias”. “Os norte-americanos de ambos os lados devem criticar essa ação improdutiva e cínica”, acrescentou a representante ressaltando que Biden “quer trabalhar com os líderes dos dois partidos para posicionar melhor” Washington na relação com Pequim.   


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Ao anunciar as sanções, Hua chamou Pompeo de “traidor” e disse que as pessoas punidas “planejaram, promoveram e executaram” ações que interferiram nos assuntos internos da China. Por isso, todos os 28 e seus familiares estão proibidos de entrar na China, Hong Kong e Macau, além da proibição de empresas deles fazerem negócios com empresas chinesas.   

As relações internacionais entre China e Estados Unidos vêm se deteriorando desde o governo de Barack Obama e se aprofundaram durante a presidência de Trump dado o estilo de confronto direto do republicano e de deixar de usar organismos internacionais.   

Analistas apontam que Biden manterá a “rivalidade” com os chineses, mas voltará a usar aos órgãos internacionais para arbitragem.   

Taiwan – Outro fator ocorrido na posse, e que foi destacado pela imprensa de Taiwan, foi o convite da embaixadora do país em Washington, Hsiao Bi-khim, para a cerimônia oficial – algo que não ocorria desde 1979, quando o governo norte-americano não deu seu reconhecimento à independência do território.   

A representante postou um vídeo em que se diz “honrada em representar o povo e o governo de Taiwan na cerimônia do presidente Biden e da vice-presidente [Kamala] Harris”. Para Pequim, Taiwan é uma “província rebelde”, mas que ainda faz parte de seu território. (ANSA).   

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