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Chefes de Estado se posicionam em relação ao ataque da Rússia à Ucrânia

Chefes de Estado se posicionam em relação ao ataque da Rússia à Ucrânia

Emmanuel Macron, presidente da França - AFP

No início da manhã desta quinta-feira (24), na Europa, chefes de Estado de países do continente comentaram sobre a invasão russa à Ucrânia, iniciada nesta madrugada após autorização do presidente Vladimir Putin.

O presidente da França, Emmanuel Macron, condenou veementemente a decisão russa e disse que o país “deve encerrar suas operações militares imediatamente”.


“A França condena veementemente a decisão da Rússia de fazer guerra à Ucrânia. A Rússia deve encerrar suas operações militares imediatamente. A França se solidariza com a Ucrânia. Está com os ucranianos e trabalha com seus parceiros e aliados para acabar com a guerra”, escreveu Macron em suas redes sociais.

O primeiro-ministro de Portugal, António Costa, também condenou veementemente a ação da Rússia à Ucrânia, e disse que solicitou ao presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, uma reunião do Conselho Superior de Defesa Nacional.

“Condeno veementemente a ação militar da #Rússia à #Ucrânia. Irei reunir com o Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, o Ministro da Defesa Nacional e o CEMGFA. E solicitei ao senhor Presidente da República reunião urgente do Conselho Superior de Defesa Nacional. Os meus pensamentos estão com o povo ucraniano perante este ataque injustificado e lamentável”, disse Costa.

Em um comunicado, o premier italiano, Mario Draghi, classificou o ataque russo como “injusto e injustificável”, e disse que trabalha com aliados europeus e com a Otan para responder à Rússia.

“O governo italiano condena o ataque da Rússia contra a Ucrânia. É injusto e injustificável. A Itália está junto do povo e das instituições ucranianos neste momento dramático. Trabalhamos junto a nossos aliados europeus e à Otan para responder rapidamente, com unidade e determinação”, disse Draghi.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disse que conversou com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky “para discutir os próximos passos” e que o Reino Unido e seus aliados “responderão de forma decisiva”.

“Estou chocado com os terríveis acontecimentos na Ucrânia e falei com o Presidente Zelensky para discutir os próximos passos. O presidente Putin escolheu um caminho de derramamento de sangue e destruição ao lançar este ataque não provocado à Ucrânia. O Reino Unido e nossos aliados responderão de forma decisiva”, disse Johnson.

Assim que o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou a ofensiva militar na Ucrânia, o presidente americano, Joe Biden, divulgou um comunicado em que afirma que “Putin escolheu uma guerra que trará perda catastrófica de vidas”.

As orações do mundo estão com o povo da Ucrânia esta noite, que sofre um ataque não provocado e injustificado das forças militares russas. O presidente Putin escolheu uma guerra premeditada que trará uma perda catastrófica de vidas e sofrimento humano”, disse Biden.

“A Rússia sozinha é responsável pela morte e destruição que este ataque trará, e os Estados Unidos e seus aliados e parceiros responderão de forma unida e decisiva. O mundo responsabilizará a Rússia”, segue o comunicado do presidente dos EUA.