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Chefe do estado-maior dos EUA faz visita surpresa a Israel

Chefe do estado-maior dos EUA faz visita surpresa a Israel

Maior autoridade militar dos Estados Unidos, o general Mark Milley esteve em Israel de surpresa para discutir o Irã e os desafios regionais de segurança - AFP/Arquivos

O chefe do estado-maior dos Estados Unidos, general Mark Milley, visitou Israel de surpresa nesta sexta-feira (24) para falar do “Irã e dos desafios regionais de segurança”, segundo informações do exército israelense.

A visita acontece depois que o exército reforçou sua presença na fronteira norte e atacou alvos militares no sul da Síria à noite, em retaliação pelos disparos de “munições” feitos pelo país durante o dia.

Maior autoridade militar dos EUA, Milley se reuniu com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, o ministro da Defesa, Benny Gantz, e o chefe das Forças Armadas, Aviv Kohavi.

De acordo com o anúncio do exército de Israel, helicópteros de combate atacaram alvos militares no sul da Síria, que pertencem às Forças Armadas sírias (SAF). “Alguns dos alvos foram alcançados, incluindo postos de observação da SAF e sistemas de Inteligência instalados em suas bases”, acrescentou o texto.

Os ataques foram uma resposta ao “disparo de (…) munições da Síria” em direção às Colinas do Golã, ocupadas por Israel desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967.

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Segundo a agência oficial de notícias síria Sana, os “mísseis” israelenses atingiram três alvos, deixando dois “ferimentos leves” e provocando incêndios florestais.

Também nesta sexta-feira, o exército israelense relatou explosões na parte síria da cerca de segurança nas colinas. Foram causados danos a um veículo e um prédio civil do lado israelense, mas o exército esclareceu que não sabia se era uma tentativa de ataque da Síria.

Na última terça-feira, os militares anunciaram um reforço na presença na fronteira norte. Cinco combatentes pró-Irã foram mortos em ataques israelenses ao sul de Damasco no dia anterior, de acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos. O movimento xiita libanês Hezbollah, aliado do regime sírio, anunciou à noite a morte de um de seus soldados nos atentados.

Segundo a mídia israelense, o objetivo era se preparar para uma possível resposta do Hezbollah. O exército anunciou o envio de mais reforços para a área e alegou ter “aumentado seu nível de preparação para várias ações em potencial do inimigo”.

Além disso, o exército israelense “responsabiliza o governo libanês por todas as ações do Líbano”, diz o comunicado.

Benny Gantz estimou que a visita do general Milley destacou os estreitos laços de segurança entre Washington e o estado hebreu e alertou em comunicado que Israel está “preparado para qualquer situação e ameaça”.

O ministro da Defesa Benny Gantz avaliou que a visita do general Milley enfatiza os laços entre Washington e o estado hebreu no âmbito da segurança. Ele declarou que Israel está “preparado para qualquer situação e ameaça”.

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