Geral

Cemitério da vila Formosa abre ainda mais covas em São Paulo

Crédito: AFP

Vista aérea do cemitério Vila Formosa, o maior da América Latina, nos arredores de São Paulo, 31 de março de 2020 (Crédito: AFP)

O Cemitério da Vila Formosa, na zona leste de São Paulo, começou o sábado, 18, com uma dezena de máquinas escavadeiras abrindo novas sepulturas. Por volta de 9h30, pelo menos 12 novas máquinas trabalhavam em uma ala do cemitério, abrindo covas, lado a lado. De acordo com o sindicato dos trabalhadores da administração pública municipal, são sepulturas que estão sendo preparadas para as vítimas da covid-19.

Na primeira semana de abril, o prefeito Bruno Covas (PSDB) disse que a abertura de novas covas, mostradas em foto publicada pelos jornais O Estado de S. Paulo e The Washington Post, era atividade anual normal, trabalho de antecipação por causa da temporada das chuvas. Hoje pela manhã, porém, diretores do Sindsesp, que acompanharam a movimentação matinal de abertura das novas sepulturas, afirmaram que as novas sepulturas que estão sendo abertas na Vila Formosa são destinadas às vítimas da covid-19.

Nesta semana, a Prefeitura fez uma compra de mil gavetas isolantes para envolver caixões de vítimas do coronavírus. A gestão Covas também avalia a necessidade de aquisição de caminhões frigoríficos para abrigar corpos e evitar a criação de gargalos no Serviço Funerário Municipal. Neste mês, a Prefeitura contratou uma empresa para fornecer mão de obra terceirizada para auxiliar os coveiros da cidade, por R$ 8,9 milhões.

Veja também

+ Jovem morre após queda de 50 metros durante prática de Slackline Highline
+ Conheça o phloeodes diabolicus "o besouro indestrutível"
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ Mulher finge ser agente do FBI para conseguir comida grátis e vai presa
+ Zona Azul digital em SP muda dia 16; veja como fica
+ Estudo revela o método mais saudável para cozinhar arroz
+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?
+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago
+ Cinema, sexo e a cidade
+ Descoberta oficina de cobre de 6.500 anos no deserto em Israel