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Caso Rhuan: Mãe e parceira são condenadas por esquartejar menino de 9 anos

Crédito: Divulgação Polícia Civil/DF

O Tribunal do Júri de Samambaia, do Distrito Federal, condenou Rosana Auri da Silva Cândido e Kacyla Priscyla Santiago Damasceno pela morte e esquartejamento do menino Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos. O crime que aconteceu no dia 31 de maio do ano passado.

Rosana, mãe do garoto, foi condenada a 65 anos e 8 meses de reclusão, 8 meses e 10 dias de detenção e 43 dias-multa. Já a companheira dela, Kacyla, foi condenada a 64 anos e 10 meses de reclusão, 8 meses e 10 dias de detenção e 43 dias-multa.

De acordo com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, o processo tramitou em segredo de justiça para preservação da intimidade da vítima.

Durante o julgamento, a defesa de Rosana e Kacyla negou a autoria do crime e pediu a absolvição das rés. No entanto, por maioria, o Conselho de Sentença votou por condenar as acusadas por homicídio triplamente qualificado, lesão corporal gravíssima, tortura, destruição e ocultação de cadáver e fraude processual.

Ainda conforme a sentença, as duas continuarão em prisão preventiva. As acusadas podem recorrer da decisão.


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Relembre o caso

O menino Rhuan Maycon da Silva Castro morreu no dia 31 de maio de 2019. O resultado do laudo cadavérico da vítima revelou que o menino levou 12 facadas, sendo uma no peito enquanto dormia.

De acordo com a Polícia Civil, ele ainda se assustou e se levantou da cama, ficando ajoelhado ao lado dela antes de receber mais golpes.

O laudo ainda aponta que Rhuan teve a cabeça arrancada enquanto os sinais vitais ainda estavam presentes. A Polícia Civil do Distrito Federal afirma que a mãe esquartejou o corpo enquanto sua companheira acendia a churrasqueira. Kacyla Priscyla ainda ajudou a segurar o menino durante o esfaqueamento.

Após tentarem assar partes do corpo da criança, as duas acusadas decidiram dividir os membros em duas mochilas. Uma delas foi jogada em um bueiro. A dupla foi indiciada por homicídio duplamente qualificado, lesão corporal gravíssima – por terem decepado o pênis de Rhuan dois anos antes do crime –, tortura, ocultação de cadáver e fraude processual – pela tentativa de limpar a cena do crime.

Na época da denúncia, Rosana e Kacyla Priscyla alegaram que o crime foi cometido porque o garoto “queria se tornar menina”. A mãe de Rhuan ainda afirmou que ele supostamente era fruto de um estupro cometido pelo ex-marido e que, por isso, “tinha ódio do filho”.

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