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Casagrande critica Daniel Alves no São Paulo: ‘Pareceu se achar mais importante do que o clube’

Ex-atleta afirmou que não tinha conhecimento de como o lateral-direito é no vestiário e que ele 'abandonou' o Tricolor Paulista para atuar na Olimpíada de Tóqui

Casagrande critica Daniel Alves no São Paulo: ‘Pareceu se achar mais importante do que o clube’

O ex-atacante Walter Casagrande criticou, em sua coluna no portal “GE”, a passagem de Daniel Alves pelo São Paulo. De acordo com o comentarista do grupo Globo, o lateral-direito está “se fazendo de vítima” após polêmicas com a diretoria do Tricolor Paulista e que o clube se enganou com sua contratação.

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“Enquanto o Daniel Alves jogava em grandes clubes da Europa, ganhando muitos títulos, pouco se sabia sobre sua personalidade. […] A gente começou a entender um pouco como ele se comportava quando foi para o PSG completar uma panela liderada pelo Neymar. Teve aquela cena ridícula, desrespeitosa, em que ele arrancou a bola do Cavani, que já estava lá há um bom tempo, e deu para o Neymar bater a falta. Aquilo demonstrou como ele era dentro de um grupo”, analisou o comentarista.

“Deixou o time na mão e foi para a Olimpíada ganhar mais um título. Voltou, foi convocado pelo Tite para as eliminatórias e não se apresentou mais ao São Paulo. Cobrou o que o Tricolor lhe devia, com toda razão, mas não aceitou nenhuma tentativa de acordo que a diretoria fez. Resolveram rescindir o contrato, e saiu falando de falta de respeito”, continuou o ex-atacante.

“Aí ele pareceu se achar mais importante do que o próprio clube. Parecia ter certeza de que brigariam por ele, pois ainda poderia jogar o Brasileiro por qualquer time. […] Disse que o clube não tinha condições de tê-lo. Para mim, isso é se fazer de vítima. Não se faça de vítima, Daniel”, acrescentou Casagrande.

O ex-atacante concluiu dizendo que se Daniel Alves decidiu não atuar até o fim do ano por “hombridade”, ele poderia ter aceitado as propostas de outros clubes. Casagrande também destacou que o Brasil precisa de atletas que realmente amam a camisa, e não “da boca para fora”.