Carol Castro diz que confundiu sintomas de doença silenciosa com sinusite

Após longa investigação médica, atriz revelou diagnóstico de fibromialgia e a importância do trabalho na rotina

Carol Castro diz que confundiu sintomas de doença silenciosa com sinusite
Carol Castro diz que confundiu sintomas de doença silenciosa com sinusite Foto: Reprodução/Instagram

Carol Castro, de 41 anos, abriu o jogo sobre o diagnóstico de fibromialgia após passar meses em busca de respostas médicas. A atriz contou que, por muito tempo, acreditou que os sintomas estavam ligados à sinusite, o que acabou retardando a investigação correta. O relato foi compartilhado nesta quinta-feira, 26, durante participação no Encontro’, da Globo.

Ela detalhou que o caminho até a confirmação da doença foi longo e desafiador, sobretudo porque não existe um exame específico capaz de identificar a fibromialgia. Por causa das fortes dores de cabeça, precisou realizar uma série de exames e avaliações clínicas.

A artista ainda explicou que costumava atribuir os incômodos às crises de sinusite, já que as dores se manifestavam com intensidade na cabeça e no pescoço, além de conviver com Disfunção Temporomandibular (DTM). “Antigamente, eu achava que era sinusite porque em mim é muito forte na cabeça, no pescoço e tenho uma Disfunção Temporomandibular (DTM)”, relatou.

Segundo Carol, o período em que os sintomas se intensificaram coincidiu com uma fase difícil de sua vida, que incluiu uma lesão no joelho, a morte do pai e uma rotina puxada de gravações. “Vou falar o quanto é importante o trabalho nessas horas. Salva em alguns casos, porque tem pessoas que nem conseguem levantar da cama”, afirmou.

Após receber o diagnóstico, a atriz passou a investir em uma rotina mais ativa como forma de controlar os sintomas, apostando principalmente no trabalho e na prática de exercícios físicos. “Parece contraditório, mas é melhor do que remédio, até porque o remédio para fibromialgia dá sono. Eu também tenho ansiedade, que normalmente é ligada à doença, ou depressão e etc. Então o trabalho é um remédio e o aeróbico é muito mais potente do que qualquer medicação”, revelou.

Ela também contou que pretende fazer uma polissonografia para investigar possíveis distúrbios do sono, já que frequentemente acorda sem disposição. “Você acorda cansada, está sem energia. Muitas vezes também, quando faço uma cena muito difícil à noite, faço compressa quente para relaxar e, no meu caso, o trabalho sempre me curou”, concluiu.