Carlos Alberto Parreira, ex-treinador da Seleção Brasileira, permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Samaritano Barra, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A internação se deu após o técnico ser submetido a um procedimento de cauterização para conter um sangramento nasal, ocorrido no sábado (27).
De acordo com boletim médico divulgado neste domingo (28), a intervenção foi realizada com sucesso, mas o estado de saúde do ex-treinador ainda inspira cuidados intensivos.
O que aconteceu
- Carlos Alberto Parreira foi submetido a uma cauterização nasal bem-sucedida, mas permanece internado na UTI do Hospital Samaritano Barra.
- O ex-treinador está sedado, respirando com auxílio de aparelhos e exige cuidados intensivos, sem previsão de alta da unidade.
- A internação, desde 16 de junho, é decorrente de inflamação pulmonar e seu histórico inclui tratamento para linfoma de Hodgkin.
Apesar da estabilidade clínica observada após a cauterização, Parreira permanece sedado, respirando com auxílio de aparelhos e ainda necessita de cuidados intensivos. O hospital informou que, até o momento, não há previsão de alta da UTI para o ex-técnico.
Carlos Alberto Parreira está internado desde o dia 16 de junho. Inicialmente, o motivo era o tratamento de uma inflamação pulmonar. No sábado (27), a equipe médica comunicou uma piora no quadro clínico, o que justificou a necessidade de sedação e de suporte ventilatório mecânico.
Segundo o boletim médico divulgado pelo Hospital Samaritano Barra, o ex-treinador segue sob acompanhamento do pneumologista intensivista Arthur Vianna e de uma equipe multidisciplinar, garantindo uma abordagem completa em seu tratamento.
Qual é o histórico de saúde de Parreira?
Parreira, uma figura icônica do futebol brasileiro, convive desde 2023 com um linfoma de Hodgkin. Este tipo de câncer afeta o sistema linfático, que é fundamental para a defesa do organismo. A notícia de sua condição de saúde tem gerado apreensão no cenário esportivo e entre seus admiradores.
Em 2025, o ex-treinador chegou a ser considerado em remissão da doença, um período de ausência de sinais do câncer. Contudo, ele precisou retomar o tratamento oncológico após a volta da doença, indicando a complexidade e a persistência de seu quadro.
A atual internação de Carlos Alberto Parreira ocorreu nesse contexto clínico já desafiador. Desenvolveu-se uma inflamação pulmonar que, ao evoluir, passou a exigir tratamento intensivo, adicionando mais um capítulo à sua batalha pela saúde. (Da IstoÉ)