Geral

Brasil manterá contrato com AstraZeneca mesmo com atraso em vacina

Brasil manterá contrato com AstraZeneca mesmo com atraso em vacina

O contrato do governo federal de aquisição da vacina firmado com a farmacêutica AstraZeneca não sofrerá alteração, disse ontem o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco Filho. Ele afirmou ainda que o acordo de encomenda tecnológica já foi assinado. A notícia da suspensão, porém, foi recebida no Palácio do Planalto como “um balde de água fria”, nas palavras de um auxiliar do presidente Jair Bolsonaro.

+ SP deve receber cinco milhões de doses de vacina chinesa em outubro, diz Doria

O Brasil tem acordo com a farmacêutica que garante acesso a 100 milhões de doses – 30 milhões seriam entregues entre dezembro e janeiro e 70 milhões, ao longo dos dois primeiros trimestres de 2021. “O contrato da Fiocruz e AstraZeneca não sofrerá qualquer alteração. Além do memorando de entendimento, o acordo de encomenda tecnológica já foi assinado eletronicamente pela AstraZeneca e pelo Brasil, pela Fiocruz”, disse Franco.

O ministério disse que não sabe quanto o cronograma para desenvolver a vacina será afetado e destacou ser natural a reação adversa reportada. “O risco da compra adiantada de uma vacina é inerente a conjuntura, não apenas para o Brasil, mas para qualquer país. Vários países estão investindo na promessa de uma vacina segura, de forma adiantada sob pena de não ter acesso à imunização quando essa for comprovada. Portanto, é um risco medido e necessário sobre o aspecto clínico e tecnológico”, afirmou a pasta.

Mais cedo, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, adotou tom semelhante. “Vamos aguardar, né? Vacina é isso aí, pô. Toda questão de pesquisa e desenvolvimento de alguma coisa avança e, às vezes, sofre alguns recuos”, disse.

Franco ainda reforçou que embora haja alta expectativa de oferecer a vacina, “não podemos perder de vista a segurança do processo e segurança da população a ser imunizada”.

Ele também afirmou que o Brasil acompanha o desenvolvimento de outras vacinas, via Instituto Butantã (que participa dos testes da Coronavac, chinesa) e pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (que pretende fazer testes da vacina russa, Sputnik V).

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Veja também

+Após ficar internada, mulher descobre traição da mãe com seu marido: ‘Agora estão casados’

+ Por decisão judicial, Ciro Gomes tem imóvel penhorado em processo com Collor

+ Jovem é suspeita de matar namorado com agulha de narguilé durante briga por pastel

+ Baleia jubarte consegue escapar de rio cheio de crocodilos na Austrália

+ MasterChef: mesmo desempregado, campeão decide doar prêmio

+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago

+ 12 razões que podem fazer você menstruar duas vezes no mês

+ Arqueólogo leva 36 anos para montar maquete precisa da Roma Antiga

+ Senado aprova alterações no Código de Trânsito Brasileiro

+ Por que não consigo emagrecer? 7 possíveis razões

+ O que é pior para o seu corpo: açúcar ou sal?

+As 10 picapes diesel mais econômicas do Brasil

+ Cozinheira desiste do Top Chef no 3º episódio e choca jurados

+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?

+ Educar é mais importante do que colecionar

+ Pragas, pestes, epidemias e pandemias na arte contemporânea