O Bradesco manteve em relatório que apresenta suas demonstrações financeiras do primeiro trimestre, os guidances estabelecidos para 2016 a despeito do encolhimento dos empréstimos. A manutenção das expectativas já era esperada por analistas do mercado, que julgavam ainda ser cedo para uma mudança nos números. O Bradesco espera que sua carteira de crédito expandida, que inclui avais e fianças, cresça de 1% a 5% em 2016. De janeiro a março, totalizou R$ 463,208 bilhões, redução de 2,3% em relação ao saldo de dezembro, de R$ 474,027 bilhões. Em um ano, quando somou R$ 463,305 bilhões, o saldo ficou estável. Para a pessoa física, o Bradesco projeta alta de no mínimo 4% e no máximo 8%. Já para a pessoa jurídica, o banco trabalha com cenário de estabilidade e, na melhor das hipóteses, elevação de 4%. A instituição espera que suas despesas com PDDs, incluindo recuperações de crédito somem entre R$ 16,5 bilhões e R$ 18,5 bilhões. Em relação às despesas operacionais, o Bradesco projeta que esses gastos subam de 4,5% a 8,5% em 2016. A margem financeira de juros da instituição deve ter alta de 6% a 10% neste ano. As receitas com prestação de serviços apresentem incremento de 7% a 11% neste ano contra alta prevista de 8% a 12% em 2015. Para os prêmios de seguros, o Bradesco projeta alta de 8% a 12% neste ano.