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Botafogo sente a falta de Honda e resultados negativos pesam

Alvinegro tem dificuldade para criar chances com bola rolando sem a presença do japonês e sucumbe a cruzamentos sem direção em derrota para o Bahia, no Brasileirão

Botafogo sente a falta de Honda e resultados negativos pesam

pela Copa do Brasil (Foto: Vítor Silva/Botafogo)

A presença na zona de rebaixamento começa a pesar para o Botafogo. Mais uma vez, o Alvinegro não fez jus ao mando de campo e foi derrotado pelo Bahia, na última quarta-feira, pelo Campeonato Brasileiro. A equipe, que não vence na competição há nove rodadas, sofreu o revés com uma atuação pobre em termos técnicos. Sem Keisuke Honda, com problema na coxa, o Glorioso pouco ameaçou.

Sem o japonês, que não entra em campo desde o empate com o Vasco, pela Copa do Brasil, no dia 23, o Botafogo sente dificuldade para criar uma jogada de perigo com a bola no chão. Apesar de o gol contra o Bahia ter sido feito em uma trama de toques pelo lado esquerdo – mais no ‘abafa’ do final do jogo do qualquer coisa, vale ressaltar -, os setores do Alvinegro não se entendem.

Na partida, o Bahia ganhou superioridade numérica a partir da pressão no campo ofensivo, já que também não fez um jogo de brio técnico. O Botafogo, que focou a saída de bola no lado esquerdo da defesa – com a participação de Victor Luís e Rafael Forster – se via perdido na marcação o Tricolor e era obrigado e dar chutões, em grande maioria recuperados pelo rival.

Caio Alexandre e Rentería, os dois volantes, pouco aproximaram no primeiro tempo para dar suporte diante dessa pressão do Bahia. Rafael Forster e Victor Luís ficaram sobrecarregados e a equipe de Mano Menezes teve uma situação confortável em campo: diante de um Botafogo que não conseguia passar a bola da faixa central do campo, abriu o placar em lance de bola parada.

A formação de três zagueiros foi desfeita no intervalo e o Botafogo melhorou. Justamente por ter mais jogadores no meio-campo, o Alvinegro deu mais opções de toque nessa pressão do Bahia, que também cansou. A equipe de Paulo Autuori, finalmente, conseguia passar do meio-campo, mas tropeçava nas próprias pernas: pouca criação, jogadores parados e jogo estagnado.

Sem Honda, a bola não girava. Por meio da pressão, o time até criou duas chances de perigo – em uma, Babi perdeu na pequena área; na outra, Lucas Fonseca bloqueou o que seria um gol certo de Rentería. Diante de tantos “se”, fica a certeza: o Botafogo não achou possibilidades de criação de jogo sem a presença do camisa 4.

A situação no Campeonato Brasileiro é preocupante. Na penúltima colocação, o time tem 11 pontos em 12 rodadas. Com apenas uma vitória, o Alvinegro precisa abrir os os olhos para o perigo da degola antes que fique tarde. A equipe volta aos gramados no próximo domingo para encarar o Fluminense, às 11h, no Nilton Santos.

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