Opinião: Bolsonaro rebaixa Forças Armadas a bibelô de protoditador de terceira divisão

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O presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro, cercado por altos chefes militares, em 24 de novembro de 2018 no Rio de Janeiro (Crédito: AFP/Arquivos)


Desde março de 2020, quando em pleno início de pandemia estimulava uma manifestação golpista de apoio ao fechamento do STF e do Congresso Nacional, o devoto da cloroquina não passa uma mísera semana, quando não raro meras 24 horas, sem ameaçar o País com um autogolpe, insinuando que uma ruptura democrática depende apenas de sua vontade.

Ora o amigão do Queiroz se refere ao “seu” exército, ora fala em “nossas” – no sentido de serem dele – Forças Armadas, ora simplesmente comporta-se como se fosse um general de 10 estrelas, apoiado e admirado por 150% dos militares, como se não fosse, na realidade, conforme nos contou William Waack, conhecido nos quartéis como um “ladrãozinho”.

O pai do senador das rachadinhas e da mansão de 6 milhões de reais não consegue sequer liderar um partido político, quiçá uma intervenção militar. Abestado, o maníaco do tratamento precoce, odiado por mais de 50% da população, rejeitado por 15 dos 27 governadores do País e ridicularizado internacionalmente, imagina-se “mito” também entre os oficiais.

Homicida inquestionável, enxovalhado no Brasil e no exterior, onde tido como um louco genocida, o verdugo do Planalto, com suas rotineiras e falsas ameaças de golpe, arrasta as Forças Armadas para seu lamaçal familiar, onde chafurdam funcionários fantasmas, peculato, lojas de chocolate, negacionismo, centrão, milícias e outros bichinhos mais.

Para liderar um golpe de Estado, além de amplo apoio nacional e internacional, algo só visto atualmente em países devastados por guerras civis intermináveis, seria necessário que o Capitão Cloroquina fosse capaz de ao menos raciocinar com um mínimo de lógica, ter algum plano de governo e, sobretudo, conseguir se expressar adequadamente, de forma inteligível.


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Bolsonaro, que até hoje não explicou claramente os “micheques” na conta da primeira-dama, não reúne condições morais, intelectuais, cognitivas, emocionais, políticas ou quaisquer outras, nem para sonhar em brincar de tiranete sul-americano, coitado. Alguém precisa lhe explicar qual o seu tamanho real e colocá-lo no devido lugar; o de um reles anão político.

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Sobre o autor

Ricardo Kertzman é blogueiro, colunista e contestador por natureza. Reza a lenda que, ao nascer, antes mesmo de chorar, reclamou do hospital, brigou com o obstetra e discutiu com a mãe. Seu temperamento impulsivo só não é maior que seu imenso bom coração.


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