Bolsonaro levou o Brasil ao colapso sanitário e econômico; impeachment, já

Crédito:  Sergio Lima / AFP

(Crédito: Sergio Lima / AFP)


Se você aí que me lê está feliz com o preço dos alimentos e dos combustíveis, com a falta de vacinas, com o Queiroz, com a mansão de 6 milhões de reais, com o Centrão, com as mortes por Covid-19 e com as falas desumanas desse psicopata travestido de presidente da República, então você merece ser quem é, e receber exatamente o que está recebendo.

Me xingar e odiar o ex-corrupto e ex-lavador de dinheiro, Lula da Silva, e todo seu bando de ladrões não justifica devotar nem sequer aturar o pai do senador das rachadinhas no Poder. Tampouco justificam cegueira e comodismo, baseados em uma suposta falta de alternativa. Absolutamente nada pode servir de pretexto para não exigir o impeachment imediato.

A maioria silenciosa e indignada está sendo levada à fome e à morte por uma minoria bruta e ruidosa. Não é diferente do que vimos nos anos da cleptocracia lulopetista, quando multidões financiadas pareciam representar “o todo” no Brasil. Nada mais enganoso que a popularidade do PT à época. Bolsonaro é de barro, é frágil. Um sopro e ele cai. Como o PT caiu, aliás.

Estamos à beira de um abismo inédito; jamais tivemos tantas crises, deste porte, simultâneas e sob responsabilidade (qual?) de um presidente do nível do amigo do Queiroz. Se fosse apenas despreparado, política e intelectualmente, já seria grave o bastante. Mas Bolsonaro é também ignorante, negacionista, sociopata e profundamente cruel e desumano.

A inflação explodiu de vez, assim como as mortes por Covid e a proliferação do novo coronavírus e suas variantes. O desemprego caminha para patamares recordes após a destruição causada pelo lulopetismo, e a renda familiar não para de cair. Como se não bastasse, não temos vacinas e não as teremos tão cedo aqui no Brasil.


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O Brasil tem sido visto como um pária internacional, uma “nação de leprosos” conforme a imprensa estrangeira nos qualificou. Nos aproximamos dos 300 mil mortos, numa razão de mais de 3 mil brasileiros a cada 24 horas. O devoto da cloroquina acaba de nomear seu quarto ministro da Saúde; o terceiro em menos de um ano. É inaceitável.

Nos anos 1970, em pleno regime militar, havia uma frase que dizia: “Ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”. Saúva é uma espécie graúda de formiga. Não sei por que essa idiotice à época. Mas tomo emprestada a frase e lhes digo: Ou o Brasil acaba com Jair Bolsonaro, ou Jair Bolsonaro acaba com o Brasil. Impeachment, já.

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Sobre o autor

Ricardo Kertzman é blogueiro, colunista e contestador por natureza. Reza a lenda que, ao nascer, antes mesmo de chorar, reclamou do hospital, brigou com o obstetra e discutiu com a mãe. Seu temperamento impulsivo só não é maior que seu imenso bom coração.


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