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Bolsonaro confirma Kassio Nunes para o STF e 2ª vaga para evangélico: ‘Tá certo?’

Crédito: Divulgação/Ascom/TR-1

Desembargador Kassio Nunes (Crédito: Divulgação/Ascom/TR-1)


O esperado nome  Jair Bolsonaro (sem partido) para o Supremo Tribunal Federal (STF) foi anunciado nesta quinta-feira (1º). O presidente disse durante sua live semanal que a indicação será publicada na próxima sexta-feira (2).

“Amanhã será publicado o nome do Kassio Marques para a nossa primeira vaga [no STF]. Temos pressa nisso”, disse Bolsonaro. “Essa segunda vaga vai será para um evangélico, Tá certo?”, completou.

O nome escolhido foi Kassio Nunes, desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). O magistrado deve ocupar a vaga do ministro Celso de Mello após sua aposentadoria no próximo dia 13 de setembro.

Sobre ter escolhido um nome que não estava cotado na lista para a Suprema Corte, Bolsonaro explicou a opção por Kassio.

“Vamos supor que estivesse escolhido o André [Mendonça, ministro da Justiça e Segurança Pública]. Não está descartado. André está na fita, Jorge está na fita. Vou falar os dois nomes porque estão ligados a mim. Tem mais gente na fita? Tem”, explicou Bolsonaro.


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“O ano passado todo até mais ou menos abril desse ano vocês queriam quem para o Supremo? Me acusavam! O Sergio Moro. Me ameaçavam no Facebook o tempo inteiro. ‘Se não for o Sergio Moro para o Supremo, acabou! Acabou, acabou!’ Agora, você quer que eu troque o Kassio pelo Sergio Moro? E daí? Quer que eu faço o quê? O famoso ‘e daí?’ Querem o Moro para o Supremo, vai ser leal a nossas causas? Vai ser aprovado no Senado Federal?”, lembrou.

Quem é o indicado?

Com carreira jurídica na advocacia, Kassio Nunes foi indicado em 2008 para uma vaga de juiz no Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI). Três anos depois já estava como desembargador federal do TRF-1, com indicação da então presidente Dilma Rousseff (PT).

Natural de Teresina, no Piauí, Nunes também ficou conhecido por ser o responsável pela liberação da licitação do STF, a qual pleiteava alimentos e bebidas consideradas de alto padrão, que, ao todo, somava R$ 1,1 milhão.

Na sua justificativa, o desembargador alegou que o pedido não seria “lesiva à moralidade administrativa” e acrescento dizendo que os itens da lista serviriam para eventos da Corte com a presença de autoridades.

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