Bolsonaro, além de brocha, deve ser gay ‘passivo’; só pode

Bolsonaro, além de brocha, deve ser gay ‘passivo’; só pode

TUDO AZUL Jair Bolsonaro se diverte na piscina do Palácio da Alvorada no dia 10, após passeio com motociclistas


O verdugo do Planalto é um cara sem mistérios. Jamais seria como a esfinge de Tebas, aquela do “decifra-me ou te devoro”. Suas falas repetidas e atitudes mais que corriqueiras entregam, de bandeja, o que e quem ele é. E como é.

A psicologia explica boa parte dos comportamentos humanos. Termos como projeção, obsessão, negação e latência se encaixam perfeitamente ao padrão bolsonarista de ser. Freud, se vivo, não perderia meio segundo com ele.

Adolescentes valentões costumam ser espancados – física ou emocionalmente, e não raro, das duas formas – em casa; seja pelos pais ou pelos irmãos mais velhos. Daí, na escola, no clube, na pelada e na rua descontam nos mais fracos.

As pessoas inseguras, e com extremo sentimento de inferioridade, apegam-se a modos agressivos e gestos e palavras ameaçadores. Repetem mais ou menos o comportamento dos cães que ladram, arreganham os dentes e não mordem.

O devoto da cloroquina é useiro e vezeiro nesse comportamento. É compreensível. Como não se sentir inseguro e inferior diante do próprio espelho que reflete toda a ignorância, despreparo e incapacidade intelectual visíveis até para uma criança?

Mas, se há algo que esconde, ou melhor, entrega, algumas preferências secretas, conscientes ou não, do amigão do Queiroz, é a quantidade e frequência com que repete piadinhas velhas e infantis sobre os gays. A fixação pelo “rabo”, então…

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Outro tema recorrente do pai do senador das rachadinhas e da mansão de seis milhões de reais é a disfunção erétil, mais conhecida como brochada. Dia sim e dia também, o sujeito jacta-se de ser “imbrochável”. Será mesmo, hein?

Além do próprio maníaco do tratamento precoce, apenas a Dona Micheque, ops!, Michelle Bolsonaro sabe. E também as duas ex-esposas, ambas igualmente às voltas com os enroscos do Clã, com o funcionalismo público de família.

Uma coisa é certa: homossexual latente ou não; brocha (ou meia-bomba) ou não, o presidente da República é, no mínimo, retrógrado, preconceituoso, inconveniente e infantil. É o tiozão do churrasco. Na verdade, é um tremendo de um babaca.

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Sobre o autor

Ricardo Kertzman é blogueiro, colunista e contestador por natureza. Reza a lenda que, ao nascer, antes mesmo de chorar, reclamou do hospital, brigou com o obstetra e discutiu com a mãe. Seu temperamento impulsivo só não é maior que seu imenso bom coração.


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