Bolsonarismo mostra que não é pequeno e que ainda resiste

Bolsonarismo mostra que não é pequeno e que ainda resiste

Manifestante estende bandeira do Brasil durante manifestação de apoio ao presidente Jair Bolsonaro em Brasília, 1º de maio de 2021 - AFP


Em que pese o estado de calamidade sanitária que se encontra o Brasil, devastado por uma pandemia totalmente fora de controle, sem prazo nem qualquer boa perspectiva para terminar;

Em que pese a gravíssima crise econômica, com desemprego recorde, renda em queda e inflação galopante nos alimentos e combustíveis, somados à maxidesvalorização do real frente ao dólar;

E em que pese um ambiente político completamente deteriorado por sucessivos ataques golpistas, promovidos pelo governo e seus apoiadores, o bolsonarismo, ungido das urnas em 2018, segue vigoroso.

Neste sábado (1) milhares de pessoas por todo o País saíram às ruas, em passeatas e carreatas, para demonstrar apoio ao homicida-mor da República, o verdugo do Planalto, Jair Messias Bolsonaro.

Provando que estupidez não tem limite, brancos de classe média – a maioria de meia idade – que se imaginam “o povo brasileiro” pediram por ditadura militar e mais mortes por coronavírus; 400 mil é pouco.


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Se de fato essa gente ignorante e rancorosa não representa mais do que ¼ da população brasileira, é quantidade suficiente para dar sustentação a um governo desastroso e destruidor como o do “mito”.

Na verdade, são eleitores suficientes para levarem o amigão do Queiroz ao 2º turno de 2022 e, ao depender do concorrente, inclusive à vitória, o que seria o maior desastre político da nossa história.

Errar é humano e os brasileiros fazem questão de provar isso a cada quatro anos, mas a reeleição do pai do senador das rachadinhas e da mansão de 6 milhões de reais seria algo muito além de um erro aceitável.

Um presidente bélico, autocrata, psicopata, sociopata, homicida, negacionista, ignorante, cercado de gente equivalente e submissa, caso reeleito sentir-se-á ainda mais divino e intocável na busca pelo golpe.

Esperar de gente como os tais bolsominions – ou seus antagonistas da estupidez; os petralhas – um pingo de decência e razoabilidade intelectuais é como acreditar que cloroquina e ivermectina curam Covid-19.

Ou a maioria dos brasileiros que não reza por cartilhas idólatras retrógradas, golpistas e corruptas faz valer sua força eleitoral ou o País estará condenado a mais quatro anos desta morte lenta e dolorosa.

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Sobre o autor

Ricardo Kertzman é blogueiro, colunista e contestador por natureza. Reza a lenda que, ao nascer, antes mesmo de chorar, reclamou do hospital, brigou com o obstetra e discutiu com a mãe. Seu temperamento impulsivo só não é maior que seu imenso bom coração.


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