Economia

Bolsas de NY sobem, com Apple em destaque e voltando a valer US$ 1 trilhão

As bolsas de Nova York fecharam em território positivo nesta quarta-feira, ganhando força à tarde e encerrando nas máximas do dia. A Apple se destacou, com alta superior a 3% e com a companhia voltando a superar a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado, um dia após apresentar produtos e novidades que agradaram aos investidores. Outro fator positivo foi o desempenho da Boeing, que mostrou otimismo sobre a perspectiva de voltar a vender modelos 737 MAX. Além disso, continuou a haver expectativa de relaxamento monetário por parte de importantes bancos centrais, o que tende a apoiar o crescimento econômico e a favorecer os mercados acionários.

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,85%, em 27.137,04 pontos, o Nasdaq avançou 1,06%, a 8.169,68 pontos, e o S&P 500 teve ganho de 0,72%, a 3.000,93 pontos, retomando a marca de 3 mil pontos. Além disso, todos os índices terminaram nas máximas do pregão.

A ação da Apple subiu 3,18%, mantendo a maré positiva desde que apresentou novidades em evento na terça. Analistas em geral avaliaram como positivamente as novidades. O Credit Suisse disse em relatório que as atualizações no iPhone 11 foram “incrementais” e “em geral como esperado”, mas o “impulso para preços mais baixos foi uma surpresa”. O serviço de streaming Apple +, por exemplo, terá mensalidade de US$ 4,99, abaixo da concorrência. Com isso, a companhia voltou a superar US$ 1 trilhão em valor de marcado pela primeira vez desde 1º de novembro de 2018. Concorrentes da empresa que haviam caído no pregão anterior recuperaram parte das perdas, como Netflix (+0,10%), Walt Disney (+0,29%) e Amazon (+0,13%).

Outro destaque foi a Boeing, que subiu 3,64% após o executivo-chefe da companhia, Dennis Muilenburg, dizer que há “progresso sólido” no processo de aprovação dos modelos 737 MAX, que se envolveram em dois acidentes anteriormente. O setor bancário também avançou em geral, em dia de avanço dos juros dos Treasuries: Goldman Sachs subiu 0,54% e JPMorgan, 0,27%.

Na contramão da maioria, petroleiras ficaram em geral pressionadas, em dia negativo para a commodity. Chevron fechou em baixa de 0,47% e ExxonMobil, de 0,19%. / Com informações da Dow Jones Newswires

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