Economia

Bolsa fecha em leve baixa, a 110.977,23 pontos, após série de máximas históricas

Bolsa fecha em leve baixa, a 110.977,23 pontos, após série de máximas históricas

Após três fechamentos em nível recorde e cinco sessões de ganhos consecutivos, o Ibovespa fez uma pausa neste pregão, encerrando o dia em leve baixa de 0,13%, a 110.977,23 pontos, cedendo a recém-conquistada marca de 111 mil. O giro financeiro foi de R$ 18,6 bilhões, com o principal índice da B3 oscilando entre mínima de 110.869,87 e máxima de 111.453,05 pontos na sessão.

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Concluída a primeira sessão de desempenho negativo neste mês de dezembro, o Ibovespa acumula agora ganho de 26,27% no ano, tendo fechado novembro aos 108.233,28 pontos. Em Nova York, os três principais índices encerraram o dia com perdas em torno de 0,3% a 0,4%.

“É natural que haja uma pausa, e mesmo alguma realização, quando se considera o nível em que o Ibovespa está agora”, diz Ilan Arbetman, analista da Ativa Investimentos, que considera que o índice de ações não deve se afastar de 111 mil pontos até o fim do ano. “Tivemos uma dicotomia hoje, entre o doméstico e o exterior, com o doméstico ainda amparado por revisões, para cima, nas estimativas de crescimento econômico, e o exterior ainda atento a EUA-China, com alguma cautela para o próximo domingo”, acrescenta, referindo-se também à fraca leitura sobre as exportações do país asiático.

No boletim Focus desta segunda-feira, 9, a projeção de crescimento do mercado para o PIB de 2019 foi elevada de 0,99% para a marca de 1,1%, com ajuste marginal, também para cima, na projeção para 2020. No Focus, a expectativa para o IPCA em 2019 foi elevada de 3,52% para 3,84% e mantida a 3,60% para o próximo ano.

Em desdobramento positivo após a recente preocupação com as contas externas, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,646 bilhão na primeira semana de dezembro. No ano, o saldo acumulado é de US$ 42,72 bilhões e, no mês, houve alta de 4,9% na média diária das exportações em comparação a dezembro de 2018.

Além da decisão do governo Trump sobre a adoção ou não, no dia 15, de novas tarifas de importação sobre bens produzidos na China, a semana reserva decisões de política monetária no Brasil e nos EUA, na quarta-feira, e na zona do euro, na quinta. Embora esteja precificado nesta reunião um corte de 0,5 ponto porcentual na Selic, de 5% para 4,5% ao ano, é preciso ver o que haverá de sinal para o próximo ano.

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