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Birmanesa Aung San Suu Kyi agradece com flores a apoio de seguidores

Birmanesa Aung San Suu Kyi agradece com flores a apoio de seguidores

Manifestantes reproduzem estilo de penteado com flores de Suu Kyi em fotos nas redes sociais - FACEBOOK/AFP


A birmanesa Aung San Suu Kyi agradeceu a seus seguidores, nesta segunda-feira (21), que, por ocasião de seu 76º aniversário no sábado (19), postaram nas redes sociais fotos com o característico coque florido desta líder detida desde fevereiro pela junta militar.

Suu Kyi queria “transmitir seus agradecimentos e enviar seus melhores votos ao povo”, disse seu advogado Khin Maung Zaw à imprensa, após uma nova sessão do julgamento contra a líder deposta, acusada de vários crimes.

O tribunal da capital birmanesa, Naypyidaw, ouviu depoimentos referentes às acusações de importação ilegal de walkie-talkies e violação das restrições sanitárias durante as eleições de novembro. O partido de Suu Kyi, Liga Nacional para a Democracia, venceu a disputa com folga.

Alegando que houve fraude eleitoral, o Exército deu um golpe de Estado em 1º de fevereiro e passou a reprimir brutalmente o posterior movimento de protestos e desobediência civil.

Segundo uma ONG local, mais de 870 civis morreram nestas manifestações em Mianmar, que se encontra mergulhada no caos social e econômico desde então.

No sábado, por ocasião do seu 76º aniversário, de rainhas de concursos de beleza a soldados rebeldes apoiaram-na com flores, compartilhando fotos nas redes sociais.

Desde sua prisão em fevereiro, os breves encontros com seus advogados são o único canal de Aung San Suu Kyi com o exterior. Ela cumpre prisão domiciliar.

A líder deposta aproveitou seu primeiro comparecimento à Justiça, em maio, para desafiar a junta, garantindo que seu partido, a LND, “existirá, enquanto o povo existir”.

Desde o início de seu julgamento na semana passada, ao qual os jornalistas não têm acesso, ela não conseguiu se defender no tribunal.

A expectativa de seus advogados é que o processo termine em 26 de julho.

Além da importação ilegal de walkie-talkies e da violação das restrições sanitárias, Aung San Suu Kyi é acusada de sedição, de aceitar pagamentos ilegais em ouro e de violar uma lei de sigilo da era colonial.

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