Comportamento

Bilionário Robert Durst, de ‘The Jinx’, é declarado culpado de matar sua melhor amiga

Bilionário Robert Durst, de ‘The Jinx’, é declarado culpado de matar sua melhor amiga

Robert Durst é um membro distante de uma das mais poderosas famílias imobiliárias de Nova York - GETTY IMAGES NORTH AMERICA/AFP/Arquivos


O magnata do setor imobiliário Robert Durst foi considerado culpado nesta sexta-feira (17) pelo assassinato de sua melhor amiga para impedi-la de falar com a polícia sobre o desaparecimento de sua esposa.

Durst, um bilionário americano que foi o tema do explosivo documentário da HBO “The Jinx”, negou ter atirado na nuca de Susan Berman em 2000 em sua casa em Beverly Hills.

Porém, um júri em Los Angeles o declarou culpado pelo crime após deliberar brevemente,

Durst, embora afastado, faz parte de uma das famílias mais ricas das poderosas dinastias imobiliárias de Nova York.

Os promotores disseram que ele assassinou a escritora Berman em dezembro de 2000 para evitar que ela fosse interrogada pela polícia de Nova York em conexão com o desaparecimento de sua esposa Kathleen duas décadas antes.

Berman, filha de um mafioso de Las Vegas, foi porta-voz de Durst depois que ele se tornou suspeito pelo desaparecimento de Kathleen.

Durst nunca foi acusado no caso de sua esposa, mas foi preso em 2015 em um hotel de Nova Orleans pelo assassinato de Berman, horas depois que o último episódio da série documental da HBO “The Jinx: The Life and Deaths of Robert Durst” foi ao ar.

No impressionante final do documentário, Durst murmura para si mesmo: “Pronto, te pegaram” e “Matei todos eles, claro”, aparentemente sem saber que um microfone em sua roupa ainda seguia ligado quando ele interrompeu a gravação para ir ao banheiro.

A série também aborda o assassinato do vizinho de Durst no Texas em 2001, cujo corpo foi encontrado desmembrado. Durst admitiu ter esquartejado o vizinho, mas alegou que o assassinato foi em legítima defesa. As acusações foram retiradas.

Os documentaristas da HBO confrontaram Durst com uma carta manuscrita que ele enviou a Berman, muito semelhante à nota enigmática que a polícia recebeu referindo-se à localização do corpo da escritora.

Quando o julgamento começou no ano passado, a defesa de Durst disse que seu cliente havia enviado a nota à polícia depois de encontrar o corpo de Berman e entrar em pânico, mas argumentou que isso não significava que ele havia a matado.

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