Beto Ribeiro e Rosangela Monteiro anunciam o primeiro True Crime Club do Brasil

Ao longo de 2026, os assinantes poderão reunir elementos que os ajudarão a solucionar um crime fictício proposto pelo clube

Divulgação
Rosangela Monteiro posa ao lado de Beto Ribeiro Foto: Divulgação

O interesse por histórias reais de crimes segue em alta no Brasil e no mundo. O gênero true crime domina rankings de podcasts, documentários, livros e produções audiovisuais, consolidando uma audiência cada vez mais engajada. No cenário nacional, um dos nomes que se destaca é o criador de conteúdo Beto Ribeiro, responsável por um dos maiores canais do segmento no YouTube no País. Ele reúne milhões de seguidores interessados em análises sobre casos criminais que marcaram a sociedade.

Entre os especialistas que participam das discussões está a perita criminal Rosangela Monteiro, com mais de quatro décadas de atuação na área forense. A experiência prática da profissional acrescenta uma perspectiva técnica às análises, aprofundando o entendimento sobre investigações e procedimentos periciais.

Impulsionada pelo crescimento do gênero, a empresa Happy Store anunciou a criação do primeiro True Crime Club do Brasil. A proposta é oferecer uma experiência de assinatura mensal, na qual os participantes recebem em casa uma caixa temática com itens relacionados ao universo investigativo.

Segundo os idealizadores, o projeto superou a marca de mil assinantes nos primeiros dias. Os membros passam a receber caixas com produtos colecionáveis, itens de papelaria, decoração e vestuário, além de conteúdos que compõem uma narrativa interativa.

A cada edição, uma pista é revelada. Ao longo de 2026, os assinantes poderão reunir elementos que os ajudarão a solucionar um crime fictício proposto pelo clube. O desfecho está previsto para acontecer em um evento online exclusivo para membros, no fim do ano, quando a investigação será concluída de forma coletiva.

A proposta amplia a relação do público com o gênero, transformando o consumo de histórias em uma experiência participativa.