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Benítez & Bruno César: após o vazio, duas esperanças à criação do Vasco

Um chegou após se destacar pela direita, o outro estava afastado no início do ano. Sob as ordens de Ramon Menezes, eles tentam dar vida nova à antes desértica criação da equipe

Benítez & Bruno César: após o vazio, duas esperanças à criação do Vasco

em tese

O torcedor está até desacostumado. Até pouco tempo, simplesmente inexistia uma opção de confiança para a criação de jogadas do Vasco. Agora, Benítez parece ser a principal opção de Ramon Menezes. E Bruno César, reintegrado, também busca espaço. São, ambos, esperança de produtividade.

O argentino, contratado para este ano, precisou se recuperar de problema físico e se entrosar. Já deu uma assistência no retorno pós-paralisação do futebol. Já Bruno César, afastado desde janeiro, participou dos dois jogos do novo treinador, e recebeu elogios da comissão técnica.

Não deixam de ser duas novidades para uma equipe que cansou de apresentar clarões na faixa central ofensiva nos primeiros meses deste 2020. E olha que o ex-jogador do Independiente (ARG) jogava pela direita do setor ofensivo no antigo clube. Os dois atletas podem, inclusive, eventualmente atuar juntos.

– Hoje em dia é muito importante o atleta executar várias funções. O Benítez é um atleta capaz disso, tem todas as condições de jogar centralizado, com liberdade, movimentando nos dois lados. Ele, realmente, no Independiente, ficava mais no lado direito, mas também pode jogar no lado esquerdo. E ele não vai brigar diretamente com o Bruno César, dá para os dois jogarem juntos, sem problema nenhum – avisou Júnior Lopes, auxiliar-técnico de Ramon Menezes, que completou citando o superior:

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– No último jogo, ele tirou o Vinícius e deixou o Benítez no lado esquerdo, dando suporte ao Talles Magno. O Bruno entrou bem, e o Benítez também ficou bem – valorizou.

Na verdade, faz tempo que o Vasco não tem um articulador, um pensador de jogadas no meio-campo. Ano passado, apesar de ter Bruno como esperança, o time encaixou sem ter um atleta na função. Em 2018, Thiago Galhardo e Wagner tentaram; em 2017 havia um Nenê já mais atacante do que meia. Em 2016 é que o jogador, hoje no Fluminense, era o cérebro, mesmo mais goleador, ao lado de Andrezinho.

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