Altos funcionários do governo de Donald Trump, liderados pelo vice-presidente JD Vance, estão pedindo ao presidente norte-americano que tente a diplomacia antes de atacar o Irã, informou o Wall Street Journal nesta segunda-feira, citando autoridades.
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A Casa Branca avalia uma oferta dos iranianos para iniciar conversas sobre seu programa nuclear, enquanto Trump parecia estar de olho na autorização de uma ação militar contra o Irã, informou o Wall Street Journal.
Repressão a protestos
Pelo menos 648 manifestantes morreram no Irã desde 28 de dezembro, início do movimento de protesto contra o governo, anunciou a ONG Iran Human Rights, com sede na Noruega, nesta segunda-feira (12).
“A comunidade internacional tem o dever de proteger os manifestantes civis frente às matanças cometidas pela República Islâmica”, declarou o diretor da IHR, Mahmood Amiry Moghaddam, ao informar o novo balanço de mortos, verificado pela ONG.
Histórico sangrento
O Irã já resistiu a ondas de protestos anteriores com repressões como a atual resposta sangrenta.
Mas, desta vez, a liderança está enfrentando manifestações em todo o país que evoluíram de reclamações sobre dificuldades econômicas graves para pedidos desafiadores para a queda do establishment clerical, e com sua influência regional muito reduzida.