Cultura

Atriz Ester Dias protagoniza documentário sobre racismo

Crédito: Divulgação/Sergio Santoian

A atriz Ester Dias coleciona trabalhos no teatro, televisão e cinema. Atualmente, ela atua no horário nobre na primeira fase da novela ‘Pantanal’, da TV Globo, e também pode ser vista com destaque no streaming ‘Um casal Inseparável’, do Telecine, e protagonizando um episódio da série que ganhou um Emmy de melhor comédia ‘Ninguém está Olhando’, do Netflix. Outro projeto da artista é a série ‘The Way We Move’, disponível no YouTube, no canal da Adidas Runners.

“The way we move, é um documentário sobre a minha vivência enquanto mulher preta e como isso me levou a criar o projeto ‘Anti-Racist Talks’ que é um projeto de educação Antiracista que eu coordenei através do Conselho de Diversidade da Adidas Runners (DAC diversity Advisory Council) do qual faço parte integrante com membros da Adidas Runners de diversas partes do mundo. A ideia do projeto é trazer consciência do que é o racismo, como ele se dá nossa sociedade e como nega espaços e oportunidades para pessoas pretas”, explica Ester.

A artista e militante também enfatiza a importância de marcas apoiarem iniciativas que promovam autoestima e contribuam na luta contra o racismo.

“As marcas tem um poder muito grande de alcance e cada dia mais, não consumimos uma marca apenas pela estética ou pela função, mas pelo que elas representam, e todos têm o direito de se sentirem representados. Quando eu chego em um espaço, olho em volta, e não vejo pessoas que se pareçam comigo, eu não me sinto bem vinda. A diversidade é o que nos faz crescer como seres humanos, se nos limitarmos a uma realidade apenas, não iremos nos questionar sobre o mundo e assim, não teremos possibilidade de evoluir”, declara a atriz.

A Adidas Runners é uma comunidade Global de corredores onde em diversas cidades do mundo se reúnem em torno de um propósito que é mudar a vida das pessoas através do esporte.

“O esporte melhora a nossa autoestima, ajuda na nossa saúde física e mental, além de proporcionar a troca entre pessoas das mais diferentes realidades, etnias, classes sociais, idade, sexualidade. O esporte é um direito de todes, e quanto mais inclusivo, seguro e acolhedor for esse espaço, mais pessoas poderão ter acesso”, afirma Ester.