Esportes

Athletico-PR aposta na torcida para reagir na Libertadores contra bolivianos

Três meses depois da conquista histórica da Copa Sul-Americana, o Athletico-PR volta a atuar na Arena da Baixada por uma competição internacional. Nesta quinta-feira, o time paranaense recebe o Jorge Wilstermann-BOL, às 21 horas, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa Libertadores.

O Athletico-PR entra em campo pressionado depois de ter perdido na estreia para o Tolima-COL, por 1 a 0, na Colômbia. Já o Jorge Wilstermann vem de um empate sem gols com o Boca Juniors-ARG, na altitude de Cochabamba.

O clima na Arena da Baixada, porém, não deve ser o mesmo da final da Sul-Americana, quando 40.263 pessoas quebraram o recorde de público do estádio atleticano. Desta vez, a diretoria colocou lá em cima o valor do ingresso mais barato: R$ 200,00.

Em relação ao time, o técnico Tiago Nunes deve realizar apenas uma mudança na formação da estreia. Como o lateral-direito Madson foi vetado pelo departamento médico com uma lesão na coxa, o experiente Jonathan é a primeira opção para aparecer entre os titulares.

A delegação do Jorge Wilstermann desembarcou na capital paranaense na noite da última terça-feira animada depois de ter vencido o San José por 3 a 0, pelo Campeonato Boliviano. O time titular de Miguel Ángel Portugal, que comandou o Athletico-PR em 2014, tem os brasileiros Alex Silva, ex-zagueiro do São Paulo, e Serginho, ex-atacante do Botafogo-SP.

Veja também

+ Toyota Corolla Cross é SUV do Corolla para brigar com Jeep Compass e cia; confira imagens oficias
+ Robert De Niro reduz limite do cartão da ex-mulher e diz que coronavírus implodiu suas finanças
+ MasterChef estreia sem "supercampeão" e cheio de mudanças
+ Gafanhotos: cidade na Bahia enfrenta invasão de insetos
+ Coronel da PM diz que Bolsonaro é ‘falastrão’ e renuncia à entidade de Oficiais
+ A “primavera das bikes” pós-pandemia vai chegar ao Brasil?
+ Tubarão-martelo morde foil de Michel Bourez no Tahiti. VÍDEO
+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?
+ Saiba em quais lugares o contágio pelo novo coronavírus pode ser maior