Tecnologia & Meio ambiente

Assintomáticos têm tanto COVID-19 em seu organismo como sintomáticos, revela estudo

Assintomáticos têm tanto COVID-19 em seu organismo como sintomáticos, revela estudo

Centro comercial em Seul, em 6 maio de 2020

Um estudo detalhado de 303 pessoas na Coreia do Sul mostrou que 29% das pessoas infectadas com o coronavírus nunca desenvolveram sintomas, mas as infectadas carregavam tanto vírus dentro de seus corpos quanto as pessoas sintomáticas.

+ SP deve receber cinco milhões de doses de vacina chinesa em outubro, diz Doria

O estudo, publicado nesta quinta-feira pela revista americana Jama Internal Medicine, se concentrou em um surto do vírus em um grupo religioso sul-coreano em Daegu em fevereiro.

As autoridades decidiram isolar casos positivos com poucos ou nenhum sintoma em um prédio do governo, onde os médicos monitoravam meticulosamente seus sintomas e testavam sua carga viral regularmente.

O grupo monitorado, no âmbito do estudo liderado por Seungjae Lee, da Universidade Soonchunhyang, era jovem, com uma média de 25 anos entre seus membros.

Das 303 pessoas, 89 nunca desenvolveram sintomas, ou seja, 29%.

A principal lição é que as concentrações de vírus em pacientes assintomáticos eram “semelhantes às dos pacientes sintomáticos”, relataram os autores.

Vinte e uma pessoas se apresentaram inicialmente como positivas para a COVID-19 e sem sintomas, mas acabaram tendo sintomas. Isso confirma que muitos estudos que testam pacientes apenas uma vez podem confundir casos pré e assintomáticos.

Encontrar partículas virais residuais no nariz, garganta ou pulmões não significa necessariamente que essas pessoas estejam contagiosas. Essa é uma das grandes questões em meio à pandemia: em que medida os assintomáticos são vetores do vírus? Por um lado, não tossem, mas, por outro, não se isolam e estão em contato com outras pessoas.

“É importante ressaltar que a detecção de RNA viral não é sinônimo de presença de um vírus infeccioso e transmissível”, alertaram os autores do estudo.

Grandes estudos epidemiológicos e experimentais são necessários para encontrar uma resposta para essa pergunta.

Veja também

+ Por decisão judicial, Ciro Gomes tem imóvel penhorado em processo com Collor

+ Após foto “com volume” ser derrubada no Instagram, Zé Neto republica imagem usando bermuda

+ Jovem é suspeita de matar namorado com agulha de narguilé durante briga por pastel

+ Baleia jubarte consegue escapar de rio cheio de crocodilos na Austrália

+ MasterChef: mesmo desempregado, campeão decide doar prêmio

+ Morre mãe de Toni Garrido: “Descanse, minha rainha Tereza”

+ Tubarão é capturado no MA com restos de jovens desaparecidos no estômago

+ 12 razões que podem fazer você menstruar duas vezes no mês

+ Arqueólogo leva 36 anos para montar maquete precisa da Roma Antiga

+ Com maiô cavado, Scheila Carvalho ostenta corpo musculoso aos 47 anos

+ A Fazenda 2020: Peões ficarão 24 horas sem água encanada devido a punição por drink de álcool em gel

+ Aprenda a preparar o Chevette, drinque que virou febre em SP

+ Senado aprova alterações no Código de Trânsito Brasileiro

+ Por que não consigo emagrecer? 7 possíveis razões

+ O que é pior para o seu corpo: açúcar ou sal?

+As 10 picapes diesel mais econômicas do Brasil

+ Cozinheira desiste do Top Chef no 3º episódio e choca jurados

+ Arrotar muito pode ser algum problema de saúde?

+ Educar é mais importante do que colecionar

+ Pragas, pestes, epidemias e pandemias na arte contemporânea