Júlia Leão Foto Reprodução Na televisão o ator interpreta o criador de búfalos Tobias, casado com Jacira (Carol Castro), na novela global Amor Eterno Amor. Nos palcos, onde começou a carreira, Erom se prepara para estrear a peça Em Nome do Jogo. Ao lado de Marcos Caruso, a dupla reaparece em cena no Teatro Fashion Mall, no Rio de Janeiro, a partir do dia 06 de julho até setembro. Em um papo exclusivo com a Gente, ele conta como tem feito para conciliar a leitura de dois roteiros diários, como encontra tempo livre para descansar e como está a vida de solteiro. Como surgiu o convite para a peça? Um dia fui assistir ao espetáculo aqui no Rio e no final da peça fui cumprimentar o Caruso e bater um papo com o Emilio Orciollo e o Gustavo Paso (diretor da trama). Durante a conversa surgiu o assunto de que o Emilio não poderia fazer a segunda temporada por ter outros compromissos. Na hora perguntaram se eu topava substituí-lo. Aceitei de cara. Você e o Marcos Caruso têm mais do que uma peça e uma novela em andamento em comum. Os dois estão atuando ao lado de duas mulheres lindas na televisão, como a Deborah Nascimento e a Carol Castro, respectivamente. Já chegaram a comentar a sorte que vocês têm? Olha, apesar de parecer absurdo, ainda não conversamos muito sobre isso. Rolou algo de como é engraçada nossa posição, de atuar com duas mulheres realmente lindas. Quando nos encontrávamos nos corredores até brincávamos, mas agora que tenho que decorar dois textos não tenho tido muito tempo para isso. Como é atuar ao lado da Carol Castro? A Carol é incrível. Uma atriz excelente. Desde o inicio da novela conversamos muito sobre nossos personagens. É ótimo estar com ela, pois a Carol é uma pessoa sempre presente e disposta a debater. Enfim, tenho que dar graças a Deus que estou cercado e bem assessorado de boas pessoas tanto no teatro como na televisão. Qual foi ou tem sido a coisa mais curiosa de atuar com ela? Acho que o nosso sotaque. Como interpretamos personagens do Pará, colocamos jeitos e gírias nas nossas falas. De um tempo para cá, sempre que entramos no set para gravar o linguajar paraense tem vindo tão natural que agora nos chamamos de ?meu preto? e ?minha preta? mesmo quando não estamos em cena. Virou nosso bordão. Siga Gente no Twitter!