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Graças à expansão das tecnologias 3D e da realidade virtual, as visitas a museus ,pela internet, estão cada vez mais interativas e ricas em detalhes

Crédito: Divulgação

EM CLOSE Museu do Vaticano: tecnologia permite acesso a detalhes do teto da Capela Sistina (Crédito: Divulgação)


Visitas a museus virtuais são atividades culturais educativas e, com o avanço da tecnologia, cada vez mais interativas e divertidas. Além disso, podem transformar a reclusão em que vivemos hoje em um período de aprendizado. Há inúmeras opções online: por meio de câmeras 3D e realidade virtual, os sites possibilitam visualizações das obras em alta definição e do próprio museu em condições bem próximas da realidade.

É o caso do Museu do Vaticano, em Roma ou do Museu do Louvre, em Paris. Ambos permitem navegar com o mouse por seus corredores e se deter ‘diante’ de cada obra, como em um museu real. Com charme adicional: no caso do Vaticano, por exemplo, é possível dar um close em cada pintura do teto da Capela Sistina — algo impensável mesmo para quem está fisicamente no local. Ao ver em detalhes esse tesouro artístico, é possível compreender melhor a genialidade de Michelangelo — basta lembrar que ele dispensou assistentes e pintou a obra de 680 metros quadrados praticamente sozinho, entre 1508 e 1512.

 

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