Na última quarta-feira (10), aconteceu a primeira edição do “Colorindo a Gabriel”, na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, em São Paulo. O projeto visa expor de forma simultânea ao menos 40 marcas da Alameda. A exposição será feita por alunos dos cursos de arquitetura, design de produtos, design de interiores e design gráfico da Belas Artes e do Mackenzie.

De acordo com os organizadores, o intuito do evento é conseguir induzir uma proximidade entre os estudantes e as empresas. O desafio para cada aluno foi de criar para cada marca um ambiente capaz de trazer algo inovador e inédito. Além de trabalhar com o conceito estabelecido por cada loja, foi usado as cores da cartela 201 do Comitê Brasileiro de Cores, com cada quarteirão da Alameda recebendo uma paleta, com a ideia de criar uma identidade visual e um bloco de cores para cada área.

De uma forma inédita, Juliana Cascaes, reconhecida pelo design de interiores de alto padrão em São Paulo, foi convidada para se tornar embaixadora do projeto. A arquiteta que começou a trabalhar na profissão aos 17 anos, acredita que esta é uma maneira incrível de ratificar sua credibilidade e história no mercado.

“Eu fiquei muito honrada em ter recebido esse convite de ser uma das embaixadoras do Colorindo a Gabriel. A Gabriel Monteiro é a principal rua do Brasil de arquitetura e design de interiores. E eu, no meio de grandes arquitetos renomados, ter sido escolhida para também dar essa minha opinião de ser embaixadora é gratificante e é algo muito importante para a minha carreira”, explicou.

Convidada pela associação responsável pela Alameda, Cascaes explica a importância do evento, tanto para os profissionais, quanto para aqueles que ainda estão se consolidando no mercado.

“O colorindo a Gabriel é uma movimentação muito importante para os arquitetos, lojistas e as faculdades, pois é uma oportunidade em que os alunos da Belas Artes e da Mackenzie, que são as principais faculdades de arquitetura de São Paulo, estão tendo a oportunidade de atuar e fazer o primeiro trabalho já no mercado de trabalho mesmo. É muito bacana tirar os alunos da faculdade e trazer para a vida real, de certa forma”, contou.

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Ela adianta que o processo também auxilia os arquitetos a estarem atentos às tendências para o ano: “Para nós, profissionais, também é legal porque a gente fica por dentro do que há de novo para esse ano e os materiais que estão sendo usados. Tudo isso nos inspira e nos faz aprender cada vez mais”.

As vitrines das lojas participantes ficarão expostas até o dia 10 de abril. O projeto contou com mais de 300 pessoas, entre professores, alunos, coordenadores e uma equipe de Visual Merchandising.


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