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Argentina anuncia acordo com credores sobre dívida

SAN PAULO, 4 AGO (ANSA) – O governo da Argentina anunciou nesta terça-feira (04) que chegou a um acordo com um grupo de credores para quitar os quase US$ 67 bilhões em dívidas não pagas do país no exterior.   

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Em um comunicado conjunto do Ministério da Economia e de três grandes grupos, foi ressaltado que “houve uma redução significativa do ônus da dívida”.   

“A República Argentina e os representantes do Ad Hoc Group of Argentine Bondholders, do Argentina Creditor Committee e do Exchange Bondholder Group e de outros detentores chegaram a um acordo hoje que permitirá aos membros dos três grupos apoiar a proposta de reestruturação do débito da Argentina e oferecerá à República uma redução significativa da sua dívida”, diz a nota oficial.   

Com base nesse pacto, informa ainda o comunicado, o país “modificará algumas das datas do pagamento contempladas para os novos títulos na proposta do último dia 6 de julho”, mas isso não aumentará “o pagamento total do capital ou de juros que a Argentina se compromete a realizar melhorando, ao mesmo tempo, o valor da proposta para a comunidade de credores”.   

O Ministério da Economia também ressaltou que, para tornar o acordo efetivo, prorrogará seu “convite” aos credores para negociações, que terminariam nesta terça-feira, até às 17h (hora de Nova York) do dia 24 de agosto.   

A data fixada para a entrada em vigor do acordo e da liquidação é 4 de setembro “ou o mais rápido possível após essa data”.   

Os analistas estimam que, após esses últimos ajustes realizados pelo governo argentino, o acordo foi firmado com base no reconhecimento de um valor médio com os novos títulos de US$ 54,8 para cada 100 de valor nominal dos velhos títulos. No entanto, esses números não foram confirmados.   

Em maio deste ano, o governo de Buenos Aires anunciou um novo calote da dívida internacional e o país entrou em default após deixar de pagar juros de três dos seus títulos sujeitos a swap.   

Segundo dados do próprio governo, a dívida pública está em quase US$ 325 bilhões. (ANSA).   

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