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Aprenda como fazer em casa um pudim bem lisinho e cremoso

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Aprenda como fazer em casa um pudim bem lisinho e cremoso (Crédito: Divulgação)

Pudim é um doce tão querido pelos brasileiros que é capaz de gerar discussões acaloradas. E o principal ponto de discórdia entre os fãs da receita é a textura: a sobremesa deve ser totalmente lisa ou furinhos são aceitáveis?



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Sentimos desapontar, mas não há uma resposta definitiva para essa que é uma das grandes dúvidas da culinária brasileira. Afinal, gosto é uma questão bastante pessoal.

O que se pode afirmar, porém, é que conseguir um pudim com textura lisa e bem cremosa dá mais trabalho do que fazer a versão com furinhos. Mas não é impossível. A seguir, selecionamos algumas dicas para você preparar um pudim lisinho em casa.

Ovo e ar

Os furinhos surgem quando a massa não descansa por tempo suficiente, explica Heloisa Rodrigues, especialista em confeitaria e panificação formada pelo The Culinary Institute of America, nos Estados Unidos.

Ao bater a massa, as claras dos ovos (ingrediente usado na maioria das receitas) capturam o ar e formam bolhas – e são essas bolhas que deixam os pudins furadinhos. “É um erro de execução, mas é a mesma coisa de quem gosta de carne bem passada”, afirma a especialista.

Paciência

Deixar a massa do pudim descansar por cerca de 30 minutos, de preferência na geladeira, antes de levá-la ao forno faz toda a diferença. Isso porque as bolhas de ar formadas ao bater os ingredientes não são estáveis e desmancham rapidamente. É mais ou menos o que acontece com bolinhas de sabão.

É devagar

Assar o doce em fogo bem baixo (a menor temperatura possível de seu forno) é outro ponto que merece atenção. Isso faz com que o pudim cozinhe por igual. E o preparo deve ser sempre em banho-maria, com água fervente. “A água do banho-maria tem de ficar na altura do conteúdo da forma. É bom usar um recipiente de vidro, que distribui o calor por igual”, explica Talitha Barros, do Conceição Discos, famosa pelos pudins servidos em seu restaurante.

(*) Reportagem de Cintia Oliveira, publicada na edição 188 da Menu