Esportes

Após sucesso de livro, vida do ex-atacante Casagrande vira filme e ópera-rock


Um dos ex-jogadores que comentam o futebol com maior personalidade no Brasil, Walter Casagrande Júnior mais uma vez terá destaque longe dos campos. Após a sua biografia, lançada em 2013, ser um sucesso de vendas, a história de Casão, como é chamado carinhosamente, vai virar filme e uma ópera-rock.

A ideia de retratar nas telas de cinema tudo que o ex-jogador viveu foi do ator José Loreto. “Ele leu o livro, ficou empolgado e quis conhecer o Casa e eu. Depois de um tempo, falou que a obra daria um filme e que ele queria fazer o papel do Casagrande”, lembrou o jornalista e escritor Gilvan Ribeiro, autor da biografia Casagrande e Seus Demônios, que ficou meses na lista dos mais vendidos do País e até hoje é bem comercializado nas livrarias físicas e virtuais.

José Loreto já fez um filme ligado ao esporte. Atuou no papel de José Aldo na obra que contou a história do lutador de MMA. O filme sobre Casagrande deve ser lançado no ano que vem e, assim como o livro, vai abordar a sua dependência química e luta para se livrar das drogas.

O ex-jogador e Gilvan Ribeiro venderam os direitos da biografia para o cinema, mas, antes, Casagrande fez alguns pedidos. Um deles para que o roteirista fosse o seu amigo Marcelo Rubens Paiva – colunista do Estado. Também indicou atores e o diretor será Mauro Lima. A obra será coproduzida pela Globo Filmes e distribuída pela Paris Filmes. A produção ficará a cargo de Frederico Lapenda, pernambucano radicado nos Estados Unidos, que já fez alguns filmes em Hollywood e trabalhou com nomes como Nicolas Cage, 50 Cent e Stan Lee.

O publicitário Washington Olivetto definiu: “Walter Casagrande Júnior foi o jogador e é o comentarista mais rock’n’roll da história do futebol brasileiro”. A frase está na biografia e Casão aprova, mas viverá experiência diferente em relação à música. Sua história também vai virar uma ópera-rock.

Apaixonado por rock, em especial o heavy metal, o ex-atacante passou a frequentar mais teatros, muito em decorrência da amizade com o maestro João Carlos Martins. Entretanto, coube a um outro amigo, Arrigo Barnabé, a ideia de transformar o livro em um musical. “É uma conversa bem antiga e que voltou a caminhar recentemente”, explicou Gilvan Ribeiro.

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