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Após relatar estupro, Juliana Lohmann ganha apoio de atrizes

Crédito: Reprodução/Instagram

A atriz Juliana Lohmann, de 30 anos, relatou ter sofrido um estupro quando tinha 18 anos, cometido por um diretor. Após a revelação, ela recebeu apoio de uma série de artistas. Maytê Piragibe foi uma delas, e ela aproveitou para contar que, assim como ela, também sofreu com abusos.

“Estamos juntas, Mana. Também sofri abusos e ainda junto os cacos para quem sabe um dia ter essa coragem como a tua em expor. Não é fácil, nem simples, te admiro e estou aqui para dar apoio, cuidado e muito afeto. Te respeito ainda mais!”, afirmou Maytê.

Confira outras mensagens de apoio que a atriz recebeu:

Tatá Werneck: “Importantíssima a entrevista da @JulianaLohmann. Imagino quanto tempo você deve ter guardado essa dor imensa dentro de você”.

Gisele Itié: “Receba todo nosso amor e gratidão por ser esta mulher tão potente. Obrigada por se abrir e nos ajudar com a sua dor. Vamos transmutar. Por aqui você tem uma hermana. Conte comigo. Hoje e sempre. Te amo”.

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Monica Iozzi: “Obrigada por compartilhar sua história conosco. Admiro sua corage, sua força, sua doçura e sororidade. Estamos juntas”.

Cecilia Dassi: “Lamento com cada célula do meu corpo que você tenha passado por isso. Não posso mensurar, não posso imaginar, só posso dizer que não foi culpa sua. Que bom que hoje você sabe disso. Obrigada pela generosidade e pela coragem de dividir. Obrigada”.

Lua Blanco: “Muito foda seu texto. Orgulhosa da coragem que você teve. Vai ajudar muitas mulheres”.

Rafaela Mandelli: “Obrigada por dividir sua dor e sua coragem. Te admiro, Ju”.

Confira o post de Juliana Lohmann relatando o estupro abaixo:

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Falar sobre o estupro que vivi aos 18 anos e as agressões provenientes de uma relação abusiva de tempos depois é resultado de um processo muito longo de elaboração. São acontecimentos que habitam meu íntimo de maneira muito profunda e constituem grande parte da mulher que me torno a cada dia. Essas memórias perduraram por tempo demais no silêncio e na dúvida que a estrutura patriarcal nos faz ter acerca das próprias marcas que nos infringem. Ajo movida pela força da certeza de que não podemos mais nos calar. Precisamos falar sobre as estruturas de opressão sob as quais as mulheres estão submetidas, sobre o machismo, sobre violência doméstica, sobre relacionamento abusivo, sobre estupro. Exponho esse relato no intuito de, além de jogar luz nessas questões, fazer com que outras mulheres, que talvez possam se identificar com tais acontecimentos, tenham mais clareza acerca das próprias experiências. Meu desejo, ao expor esse relato pessoal, é de denúncia. Não apenas da forma de operar desses homens, mas principalmente de um sistema. Esse isolamento me levou ao reencontro da coragem. Mas, nessa caminhada, tive pessoas que me deram a mão com muito amor. Obrigada @sayonarasarti @novacomunicacao pela confiança, escuta e parceria, e @claudiaonline @isadercole por ter me aberto esse espaço tão precioso. O link pra ler a matéria completa está na bio.

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