Esportes

Ao L!, Eduardo Lages recorda sua forte ligação com esporte e fala sobre expectativa com o Flamengo

Convidado do 'De Casa Com o LANCE!' na noite da última sexta-feira, maestro projetou 'encontro musical com amigo e ídolo Junior e lembrou seu período como atleta

Ao L!, Eduardo Lages recorda sua forte ligação com esporte e fala sobre expectativa com o Flamengo

brinca (Foto: Reprodução/Facebook)

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Música e esporte caminham juntos na vida de Eduardo Lages. Convidado do “De Casa Com o LANCE!” na noite do último sábado, o músico, que é conhecido por seu trabalho como arranjador dos discos e shows do cantor Roberto Carlos, expôs seu carinho pelo Flamengo.

– Às vezes fico aqui, de bobeira e toco o hino do Flamengo. Antes da final do Mundial no ano passado, cheguei a gravar um vídeo dizendo que, independentemente do resultado já estava muito feliz com a campanha – afirmou.

Ele contou sua ansiedade com a chegada do novo comandante rubro-negro.

– Fico muito triste com a saída do nosso “portuga” (Jorge Jesus), mas vou fazer o coro pelo “Dome” (Domènec Torrent). Estou muito esperançoso. Vamos ver como vai ser este duelo agora no domingo entre ele e o Jorge Sampaoli – disse, referindo-se ao técnico do Atlético-MG, na estreia da equipe no Brasileiro.

Eduardo Lages falou sobre sua ligação com ídolos históricos do Rubro-Negro, como Zico e Júnior. Segundo o maestro, a ligação rende uma situação curiosa.

– Gosto muito deles, são grandes amigos e doidos pelo Roberto Carlos. Isso é engraçado, porque eles querem puxar assunto sobre o Roberto mas eu quero saber de futebol. Aí eu vou, falo um pouco e logo depois pergunto: “o que acha do jogo de amanhã?” (risos) – afirmou e, em seguida, revelou sua ansiedade sobre uma parceria:

– Junior e eu já estamos para marcar uma gravação há muito tempo. Ele na percussão e ele no piano, mas nunca aconteceu. Vamos ver se um dia funciona – completou.

Lages falou sobre uma coisa que tem chamado sua atenção neste período de jogos com portões fechados.

– Sou muito atento ao som, né?! Percebi uma coisa em especial no Campeonato Paulista, que é essa moda de gravação de torcida. Mas aquilo deve rodar e é engraçado. Às vezes o jogo está meio parado, sem nada e entra o som. Soa falso para caramba – declarou.

LIGAÇÃO COM O FLAMENGO TAMBÉM COMO ATLETA

O músico também recordou-se de seu período como atleta quanto era garoto.

– Fazia atletismo, gostava de corrida de velocidade. Comecei a levar a sério e, na época, tinha um evento importante chamado Jogos Infantis. Participei por clubes modestos como o Pinheiros. Cheguei a ganhar prova de 50 metros rasos. Eu tinha 14, 15 anos. Cheguei a treinar pelo Flamengo, na Gávea.

Mesmo com suas idas para o Rio sendo bem desafiadoras, Eduardo guarda boas lembranças.

– Eu morava em Niterói, não tinha a ponte na época e aí pegava a lancha para vir até o Rio. O nosso técnico era o José Teles da Conceição, recordista brasileiro. Também estava no Flamengo na época um treinador muito emblemático, o Kanela, que foi um dos maiores técnicos de basquete – afirmou.

Aos seus olhos, o esporte foi um bom caminho para sua qualidade de vida.

– Meu pai era médico e me incentivou muito. Tive uma juventude muito sadia, acho que estou colhendo o que plantei na juventude. Sempre que posso, dou uma corridinha na Lagoa (Rodrigo de Freitas) e me sinto bem por isto – diz o maestro, que tem 73 anos, que contou o motivo de não seguir no esporte:

– Já estava envolvido com música, tocando em grupos e a gente fazia muitos bailinhos que iam até de noite. Mesmo assim, trago boas lembranças – completou.

Nascido em Niterói, Eduardo tem boas lembranças ligadas a esporte em outro palco: Caio Martins.

– Fazia tudo no Caio Martins, que era o Maracanã de Niterói. Na época quem administrava era o Canto do Rio, que além do espaço para o campo no qual treinava o time de futebol, tinha pista de atletismo no qual eu treinava nos meus colegas. A piscina na qual aprendi a nadar, joguei basquete no ginásio… – e, em seguida, conta com grande orgulho um retorno ao local que no acolheu:

– Muito tempo depois, entre 1979 e 1980, fui com o Roberto Carlos e a banda realizarmos um show no Caio Martins – complementou.

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