Coronavírus

Anvisa diz que pedido de importação de insumos para Coronavac está em análise

Crédito: Leopoldo Silva/Agência Senado

Comissão de Assuntos Sociais (CAS) realiza sabatina de Antonio Barra Torres para diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em pronunciamento, indicado para diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres. Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado (Crédito: Leopoldo Silva/Agência Senado)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disse que o pedido de importação de insumos para a produção da vacina chinesa, a Coronavac, em desenvolvimento pelo Instituto Butantã, está em análise e que deve decidir sobre a demanda em até cinco dias. “Devido o período de transição da composição da diretoria colegiada da Agência, a decisão sobre o pedido de importação foi colocada em Circuito Deliberativo. Este tipo de votação deve apresentar decisão em no máximo 5 dias úteis”, disse a agência, em nota.

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A Anvisa ressaltou que, ainda que o pedido de importação seja autorizado, a vacina não pode ser aplicada na população, porque a Coronavac não possui registro sanitário no Brasil.

Ontem, o diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra, negou que a autarquia possa passar por influências externas nos processos de avaliação de eficácia das vacinas contra a covid-19.

Barra afirmou ainda não haver data predefinida para conclusão dos estudos clínicos ou concessão de registro a qualquer uma dos quatro imunizantes em desenvolvimento no País contra o novo coronavírus.

“A Anvisa não participa de compra feita pelo governo federal de nenhum medicamento ou insumo, como também das políticas públicas são de competência do Ministério da Saúde. Então, para nós, pouco importa de onde veio a vacina e qual é seu País de origem. Nosso dever constitucional é fornecer a resposta de que esses produtos têm ou não têm qualidade, segurança e eficácia”, disse. “Processo (de avaliação) não sofre nenhuma alteração, influência ou ação de qualquer outra situação que não a ciência e o apego à boa técnica. Não há influência externa nesse sentido”, respondeu ainda ao ser questionado sobre as declarações de Bolsonaro de que não vai comprar a “vacina chinesa”.

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