Coronavírus

Anvisa autoriza teste clínico de vacina desenvolvida pela farmacêutica GSK

Anvisa autoriza teste clínico de vacina desenvolvida pela farmacêutica GSK

Logo da GlaxoSmithKline em unidade da empresa em Stevenage, no Reino Unido


Por Eduardo Simões

SÃO PAULO (Reuters) – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta quinta-feira os testes clínicos no Brasil de uma potencial vacina contra Covid-19 desenvolvida pela farmacêutica britânica GlaxoSmithKline (GSK) em conjunto com a empresa canadense Medicago, informou a agência reguladora em nota.

A autorização dada pela Anvisa é para a realização dos ensaios clínicos em Fases 2/3, que visam avaliar a segurança, eficácia e imunogenicidade da potencial vacina, com 3.500 voluntários no país, disse a Anvisa.

“Na fase 3 do estudo planeja-se incluir até 30 mil voluntários distribuídos entre o Canadá, Estados Unidos, além da América Latina, Reino Unido e Europa. No Brasil, planeja-se incluir 3.500 voluntários na porção 3 do estudo de Fase 2/3. A fase 1 e 2 do estudo está em andamento no Canadá e Estados Unidos”, afirmou a agência.

De acordo com órgão regulador, a potencial vacina da GSK usa tecnologia de partícula semelhante a coronavírus e é aplicada em duas doses com intervalo de 21 dias entre elas.


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Esse é o quinto estudo clínico de uma vacina contra Covid-19 autorizado pela Anvisa no Brasil. Antes, a agência autorizou os testes com as vacinas Oxford/AstraZeneca, CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac, da Pfizer com a BioNTech e da Janssen, subsidiária da Johnson&Johnson.

As vacinas da AstraZeneca e da Pfizer já obtiveram registro definitivo junto à Anvisa, enquanto a CoronaVac e o imunizante da Janssen têm autorização para uso emergencial no país dada pela agência reguladora.

A campanha nacional de vacinação contra Covid-19 acontece no Brasil em sua maioria com doses da CoronaVac e, em quantidade menor, com a AstraZeneca. O Ministério da Saúde tem acordo para receber futuramente doses dos imunizantes da Pfizer e da Janssen.

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